A Polícia Militar do Paraná fez um contrato de mais de 1 milhão de reais para fornecer alimentos, e há suspeitas de corrupção. O contrato foi assinado em novembro de 2024 e ampliado em fevereiro de 2025, sem licitação, e está sendo investigado pelo Ministério Público. O mercado que ganhou o contrato, chamado SuperMax, pertence à esposa do capitão da PM, Samuel Ribeiro da Silva, que é responsável por fiscalizar o contrato.
Documentos mostram que Samuel voltou de férias apenas dois dias antes da assinatura do contrato. A denúncia diz que a nomeação de outro capitão para fiscalizar o contrato foi uma tentativa de burlar a lei que proíbe vínculos entre fiscais e fornecedores. Além disso, o casal comprou um carro de luxo logo após o contrato, avaliado em cerca de 200 mil reais.
As investigações também apontam problemas na entrega dos alimentos, com denúncias de que produtos vencidos foram distribuídos. Fotos mostram itens como leite e margarina com validade expirada. O contrato previa a compra de grandes quantidades de alimentos, o que levanta dúvidas sobre a real necessidade e o armazenamento adequado.
Após as denúncias, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná suspendeu o contrato e começou a investigar o caso. O vereador Da Costa do Perdeu Piá e o deputado Renato Freitas pedem explicações do secretário de Segurança Pública sobre as suspeitas de corrupção. A situação está sendo acompanhada pelas autoridades e pela opinião pública.
A Polícia Militar do Paraná firmou um contrato de mais de R$ 1 milhão para fornecimento de alimentos, levantando suspeitas de corrupção e favorecimento a um mercado local. O contrato, assinado em novembro de 2024, foi ampliado sem licitação em fevereiro de 2025, e está sob investigação do Ministério Público do Paraná. O mercado escolhido, SuperMax, pertence a Jessica Cristina Sabioni, esposa do capitão da PM, Samuel Ribeiro da Silva, que é responsável pela fiscalização do contrato.
Documentos revelam que Samuel, chefe do setor de almoxarifado do 18° Batalhão, interrompeu suas férias apenas dois dias antes da assinatura do contrato. A denúncia aponta que a nomeação de outro capitão como fiscal do contrato foi uma manobra para contornar a lei de licitações, que proíbe vínculos entre fiscais e fornecedores. Além disso, o casal adquiriu um carro de luxo avaliado em cerca de R$ 200 mil logo após a celebração do contrato.
As investigações também indicam irregularidades na entrega dos alimentos, com denúncias de que itens vencidos foram distribuídos a unidades da PM. Fotos e vídeos mostram produtos como leite e margarina com validade expirada. O contrato previa a compra de quantidades excessivas de alimentos, como 800 potes de margarina e 8 toneladas de carnes, o que levanta questões sobre a necessidade real e o armazenamento adequado desses itens.
Após a repercussão das denúncias, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná suspendeu o contrato e iniciou sindicâncias para apurar os fatos. O vereador Da Costa do Perdeu Piá e o deputado Renato Freitas exigem explicações do secretário de Segurança Pública, coronel Hudson Leôncio Teixeira, sobre as suspeitas de corrupção na corporação. A situação continua a ser monitorada pelas autoridades e pela opinião pública.
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