O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás decidiu que o governador Ronaldo Caiado não é mais inelegível. Ele havia sido condenado a oito anos por abuso de poder político, mas essa decisão foi revertida em 8 de abril de 2025. O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, e a vice, coronel Cláudia, também tiveram suas sanções anuladas, mas ainda receberam multas. Caiado foi multado em R$ 60 mil e Mabel em R$ 40 mil. A juíza que havia condenado Caiado, Maria Umbelina Zorzetti, alegou que ele usou recursos do governo para ajudar sua candidatura nas eleições de 2024. Apesar da reversão, ainda é possível que a decisão seja contestada no Tribunal Superior Eleitoral. Após a notícia, Caiado disse que estava tranquilo e confiante no Judiciário, reafirmando seu respeito às leis. Essa mudança pode afetar sua candidatura à presidência em 2026, especialmente se Jair Bolsonaro continuar inelegível. A decisão não foi imediata, permitindo que Caiado continue no cargo.
O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) reverteu, por unanimidade, a inelegibilidade do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), que havia sido condenado a oito anos por abuso de poder político. A decisão, tomada em 8 de abril de 2025, também anulou as sanções ao prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), e à vice, coronel Cláudia (Avante), mantendo apenas multas para ambos.
Caiado foi multado em R$ 60 mil, enquanto Mabel recebeu uma multa de R$ 40 mil. A decisão do TRE-GO se baseou em uma sentença anterior da juíza Maria Umbelina Zorzetti, que considerou que o governador utilizou a estrutura do governo para promover sua candidatura durante as eleições de 2024. Apesar da reversão das penalidades mais severas, ainda há a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Após a decisão, Caiado expressou sua confiança no Judiciário e afirmou ter recebido a notícia com “tranquilidade”. Ele destacou seu compromisso com o respeito às leis do país. A reversão da inelegibilidade representa uma mudança significativa no cenário político de Goiás e pode impactar a candidatura de Caiado à presidência em 2026, especialmente se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) continuar inelegível.
A decisão do TRE-GO não teve execução imediata, permitindo que Caiado permanecesse no cargo e que os eleitos fossem diplomados. A situação política em Goiás continua a evoluir, com as implicações da decisão ainda sendo analisadas por especialistas e observadores do cenário eleitoral.
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