Donald Trump anunciou recentemente quatro ordens executivas para aumentar o uso do carvão nos Estados Unidos. Essas ordens permitem a mineração em terrenos federais e suspendem algumas regras sobre poluição nas usinas que queimam carvão. No entanto, essa iniciativa é vista como um retrocesso, já que, durante seu primeiro mandato, a geração de eletricidade a partir do carvão caiu bastante. Dados mostram que a produção de eletricidade com carvão diminuiu 37,6% durante seu governo, mais do que em mandatos anteriores de Barack Obama e Joe Biden.
Especialistas afirmam que, apesar dos esforços de Trump, mais usinas de carvão foram fechadas durante seu mandato do que antes. As usinas de carvão nos EUA são antigas, com uma média de 43 anos, o que aumenta os custos de manutenção e as torna menos competitivas em relação às energias solar e eólica, que estão crescendo. Além disso, a energia solar, eólica e o gás natural se tornaram mais baratos, tornando difícil justificar novos investimentos em carvão. Em 2024, pela primeira vez, a eletricidade gerada por fontes solares e eólicas superou a do carvão nos EUA. O gás natural, embora também seja um combustível fóssil, se tornou a principal fonte de eletricidade no país desde 2015, ajudando a reduzir o uso do carvão.
Globalmente, o carvão está em declínio, embora ainda seja a maior fonte de geração elétrica. Em 2024, sua participação foi de 34%, uma queda em relação a 2014. O aumento do uso do carvão está concentrado principalmente na China e na Índia, enquanto a construção de novas usinas de carvão está diminuindo em todo o mundo, com a menor quantidade de novas instalações em 20 anos.
Donald Trump anunciou recentemente quatro ordens executivas com o objetivo de aumentar o uso do carvão nos Estados Unidos, incluindo a possibilidade de mineração em terrenos federais e a suspensão de restrições sobre poluentes nas usinas que utilizam esse combustível. Essa iniciativa é vista como um retrocesso, já que, durante seu primeiro mandato, a geração de eletricidade a partir do carvão caiu 37,6%, conforme dados da consultoria Ember. O uso do carvão diminuiu mais sob sua administração do que durante os mandatos de Barack Obama e Joe Biden.
A especialista Christine Shearer, do Global Energy Monitor, destacou que, apesar dos esforços de Trump, mais capacidade de geração de eletricidade a partir do carvão foi desativada durante seu governo do que nos mandatos anteriores. As usinas de carvão nos Estados Unidos têm em média 43 anos, o que eleva os custos de manutenção e as torna menos competitivas em relação às energias solar e eólica, que continuam a se expandir.
Dave Jones, analista da Ember, afirmou que a energia solar, eólica e o gás natural se tornaram mais acessíveis, tornando inviáveis novos investimentos em carvão. Em 2024, pela primeira vez, a eletricidade gerada por fontes eólicas e solares superou a do carvão nos Estados Unidos. O gás natural, embora também um combustível fóssil, se tornou a principal fonte de eletricidade no país desde 2015, contribuindo para a queda do carvão.
Globalmente, o carvão está em declínio, embora ainda represente a maior parte da geração elétrica. Em 2024, sua participação foi de 34%, uma queda em relação a 2014. O crescimento do uso do carvão está concentrado principalmente na China e na Índia, enquanto a capacidade de novas usinas de carvão está diminuindo em todo o mundo, com a menor quantidade de novas instalações em 20 anos.
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