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Culto ecumênico na Câmara defende deputado Glauber Braga contra cassação

Parlamentares do PSOL e líderes religiosos realizam culto em apoio a Glauber Braga, que enfrenta cassação e faz greve de fome na Câmara.

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Parlamentares do PSOL e líderes religiosos fizeram um culto ecumênico na Câmara dos Deputados em apoio ao deputado Glauber Braga, que está em greve de fome. O Conselho de Ética aprovou a cassação de Glauber por 13 votos a 5, e agora a decisão será analisada pelo plenário. Glauber, que se alimenta apenas de líquidos, passou a noite na Câmara. O evento contou com representantes de várias religiões, e a deputada Sâmia Bonfim afirmou que a cassação é uma perseguição desproporcional, ligada a forças políticas.

A cassação se baseia em uma briga que ocorreu em abril do ano passado, onde Glauber foi acusado de agredir verbal e fisicamente um militante do Movimento Brasil Livre. O relatório do Conselho de Ética destacou que o deputado tem agido com desrespeito em relação à Câmara. Glauber defende que sua reação foi provocada e que a cassação é exagerada, relacionada às suas críticas ao orçamento secreto. O atual presidente da Câmara, Hugo Motta, cancelou as sessões presenciais nos próximos dias, aumentando a tensão em torno do caso.

Parlamentares do PSOL e líderes religiosos realizaram um culto ecumênico na Câmara dos Deputados em apoio ao deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que está em greve de fome. O evento ocorreu em meio ao processo de cassação do parlamentar, que foi aprovado pelo Conselho de Ética por treze votos a cinco. A decisão agora aguarda apreciação do plenário da Casa.

Glauber, que está se alimentando apenas com líquidos, passou a noite na Câmara. O culto contou com a presença de representantes de diversas tradições religiosas, incluindo evangélicos, católicos e de matriz afro. Durante o ato, a deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP) afirmou que a cassação é uma perseguição desproporcional e que forças políticas estão por trás do processo.

O Conselho de Ética fundamentou a cassação em uma briga ocorrida em abril do ano passado, onde Glauber foi acusado de agredir verbalmente e fisicamente um militante do Movimento Brasil Livre (MBL). O relatório do colegiado destacou que o deputado tem agido com desrespeito em relação à Casa e seus membros, culminando em um comportamento agressivo.

Glauber defende que sua reação foi provocada e que a cassação é uma medida desproporcional, ligada a suas críticas ao orçamento secreto. Ele também mencionou a possível intervenção de Arthur Lira (PP-AL) no processo. O atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), cancelou as sessões presenciais nos próximos dias, aumentando a tensão em torno do caso.

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