O deputado Gilvan da Federal pediu desculpas por ter desejado a morte do presidente Lula. Ele reconheceu que exagerou em suas palavras e disse que, como cristão, não deveria desejar o mal a ninguém. Mesmo assim, ele ainda acredita que Lula deveria estar preso por suas ações. As declarações foram feitas durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública da Câmara, onde Gilvan criticou o presidente. A Advocacia-Geral da União pediu investigações sobre suas falas, que podem ser consideradas crimes de incitação e ameaça. O senador Flávio Bolsonaro também comentou, chamando as declarações de absurdas, mas disse que não deve haver punição. Líderes do PT protocolaram representações na Procuradoria-Geral da República e na Polícia Federal, alegando que as falas de Gilvan vão além da crítica política e podem ser vistas como apologia ao homicídio.
O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) pediu desculpas por suas declarações em que desejou a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em um discurso no plenário da Câmara, ele reconheceu que “exagerou” e afirmou que, como cristão, não deveria desejar o mal a ninguém. Apesar do pedido de desculpas, Gilvan reiterou sua opinião de que Lula deveria estar preso por suas ações contra o país.
As declarações de Gilvan ocorreram durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública da Câmara, onde ele criticou o presidente e expressou seu desejo de que Lula morresse. A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou investigações sobre as falas do deputado, que podem configurar crimes de incitação ao crime e ameaça, além de ultrapassarem os limites da imunidade parlamentar.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se manifestou sobre o caso, considerando as declarações de Gilvan como “absurdas”, mas afirmou que não cabe punição ao parlamentar. Ele destacou que a população deve julgar a postura de Gilvan, que já possui um histórico de condenações por violência política de gênero e outras ofensas.
Após a repercussão negativa, líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) protocolaram representações na Procuradoria-Geral da República (PGR) e na Polícia Federal, argumentando que as declarações do deputado extrapolam a crítica política e configuram apologia ao homicídio, especialmente em um contexto que envolve a segurança do presidente.
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