Glauber Braga, deputado do PSol do Rio de Janeiro, foi cassado por 13 votos a 5 no Conselho de Ética da Câmara. Em protesto, ele começou uma greve de fome no local para tentar convencer seus colegas a mudar essa decisão. Agora, ele planeja recorrer à Comissão de Constituição e Justiça, que pode anular a cassação ou tentar barrar a decisão no plenário.
Para que a cassação seja efetivada, Glauber precisa do apoio de pelo menos 257 dos 513 deputados, o que é difícil, já que ele não tem um bom relacionamento com seus colegas. Ele alega que está sendo perseguido politicamente por Arthur Lira, ex-presidente da Câmara, com quem já teve desentendimentos. Glauber também denunciou irregularidades na distribuição de emendas por Lira, o que complica ainda mais sua situação.
Líderes do Centrão consideram que a situação de Glauber é muito complicada. Um deles comentou que, embora na política tudo possa acontecer, ele precisa adotar uma postura mais conciliadora para ter chances de reverter a cassação.
Glauber Braga (PSol-RJ) foi cassado por 13 a 5 votos no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Em resposta, o parlamentar iniciou uma greve de fome no local, buscando sensibilizar seus colegas para reverter a decisão. Agora, ele planeja recorrer à Comissão de Constituição e Justiça, que pode anular a cassação ou tentar barrar o resultado no plenário.
Para que a cassação de Glauber seja efetivada, é necessário o apoio de pelo menos 257 dos 513 deputados. Essa quantidade elevada torna a situação desafiadora, especialmente considerando a falta de diálogo do deputado com seus pares. A postura polêmica de Glauber é vista como um obstáculo em sua defesa.
O deputado alega ser alvo de perseguição política por parte de Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, com quem já teve desavenças. Glauber também denunciou supostas irregularidades na distribuição de emendas parlamentares por Lira, o que complicaria ainda mais sua situação.
Líderes do Centrão consideram a situação de Glauber como “muito difícil”. Um líder influente do grupo afirmou que, embora na política tudo possa acontecer, a realidade do deputado é complexa e requer uma abordagem mais conciliadora para reverter a cassação.
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