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Governo Milei alerta sobre greve geral e alega ataque à República argentina

Greve geral de 24 horas mobiliza sindicatos na Argentina contra políticas de Javier Milei, afetando transporte e serviços essenciais.

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O governo de Javier Milei está enfrentando uma greve geral de 24 horas, organizada pela CGT e outros sindicatos. Essa greve é uma resposta à violência contra aposentados e à luta por melhores salários e condições de trabalho. A paralisação, que afeta transporte e voos, foi acelerada após um protesto violento em março.

O governo emitiu avisos em estações de trem, chamando a greve de “ataque à República” e pedindo que as pessoas denunciem se forem impedidas de trabalhar. O porta-voz do governo, Manuel Adorni, compartilhou um vídeo dos avisos nas redes sociais.

Os sindicatos, incluindo a CGT, a CTA e a CATT, estão protestando contra as políticas econômicas de Milei, que incluem cortes em benefícios sociais. Eles pedem aumento salarial e melhorias nas pensões dos aposentados.

Mais de 300 voos foram cancelados ou mudados, afetando cerca de 20 mil passageiros. Embora a UTA, responsável pelo transporte de ônibus, não participe da greve, outros serviços como trens, metrôs, bancos e escolas devem parar. Serviços médicos e postos de combustíveis funcionarão parcialmente.

O governo de Javier Milei enfrenta uma greve geral de 24 horas, organizada pela Confederação Geral do Trabalho da República Argentina (CGT) e outros sindicatos, em resposta à repressão violenta contra aposentados e à busca por melhores condições de trabalho e aumento salarial. A paralisação, que afeta serviços de transporte e voos, foi acelerada após os eventos do dia 12 de março.

Em estações de trem, o governo emitiu alertas, caracterizando a greve como um “ataque à República” e pedindo que cidadãos denunciem se forem impedidos de trabalhar. O porta-voz do governo, Manuel Adorni, compartilhou um vídeo dos avisos em sua conta no Instagram, acompanhando a publicação com a palavra “Fim”.

A CGT, junto com a Central de Trabalhadores da Argentina (CTA) e a Confederação Argentina de Trabalhadores de Transporte (CATT), planejou a greve como uma resposta às políticas econômicas de “choque” de Milei, que incluem cortes em benefícios sociais. Os sindicatos exigem aumento salarial e melhorias nas pensões dos aposentados.

Mais de trezentos voos foram cancelados ou reprogramados, afetando cerca de 20 mil passageiros. Embora a União TransViários Automotor (UTA) tenha decidido não participar da greve, outros serviços, como trens, metrôs, bancos e escolas, devem parar. Serviços médicos e postos de combustíveis funcionarão em regime parcial.

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