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Juiz federal denuncia pedreira por crime ambiental e gera polêmica familiar em Foz do Iguaçu

Justiça mantém paralisação da Pedreira BritaFoz sem provas técnicas, enquanto laços familiares entre juízes levantam suspeitas de parcialidade.

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O juiz federal Rony Ferreira, que trabalha em Foz do Iguaçu, reclamou do barulho de explosões de uma pedreira perto de sua casa. Ele pediu ao Ministério Público Federal que tomasse medidas contra a empresa, resultando em uma denúncia por crime ambiental. A Justiça, através do juiz Sérgio Luis Ruivo Marques, decidiu paralisar a Pedreira BritaFoz, que estava em operação desde 2001, antes da construção do condomínio onde Ferreira mora, que foi inaugurado em 2006.

A decisão de parar a pedreira foi mantida por mais de cinco anos, mas a defesa da empresa criticou a falta de provas técnicas para justificar a paralisação. A Justiça permitiu que a empresa fizesse uma perícia, mas a condição era que ela pagasse, o que não foi possível porque a pedreira estava sem funcionar e sem dinheiro. A defesa também alertou que cerca de 200 funcionários poderiam ser demitidos, caracterizando uma situação de abuso legal.

Em dezembro de 2023, a desembargadora Gisele Lemke, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, reconheceu que a decisão foi tomada sem provas que mostrassem uma ligação clara entre os danos e as atividades da pedreira. Em fevereiro de 2025, o tribunal confirmou a decisão de 2019, mesmo sem evidências, com a desembargadora Lemke e outros juízes votando contra a empresa. Um dos juízes, Antonio Bonat, é casado com a irmã de Rony Ferreira, levantando dúvidas sobre possíveis conflitos de interesse.

O tribunal não respondeu às perguntas feitas sobre o caso, afirmando que não comenta processos em andamento. A situação da Pedreira BritaFoz continua complicada, com a empresa enfrentando dificuldades financeiras e a possibilidade de demissões em massa.

O juiz federal Rony Ferreira, da 2ª Vara Federal de Foz do Iguaçu, manifestou insatisfação com o barulho de explosões de uma pedreira próxima à sua residência. Ele solicitou que o Ministério Público Federal (MPF) e a Justiça tomassem providências contra a empresa, resultando em uma denúncia por crime ambiental. A Justiça, por meio do juiz Sérgio Luis Ruivo Marques, concedeu uma liminar que determinou a paralisação da Pedreira BritaFoz, que operava desde 2001, antes da construção do condomínio onde Ferreira reside, inaugurado em 2006.

A decisão liminar, que se manteve em vigor por mais de cinco anos, foi criticada pela defesa da pedreira, que alegou a falta de perícia técnica para comprovar as acusações. A Justiça condicionou a realização da perícia ao pagamento pela própria empresa, o que se tornou inviável devido à paralisação das atividades e à ausência de receitas. A defesa também destacou que cerca de 200 colaboradores poderiam ser demitidos, caracterizando uma situação de lawfare, termo utilizado por diversos alvos da Lava Jato.

Em dezembro de 2023, a desembargadora Gisele Lemke, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), reconheceu que a decisão havia sido proferida sem provas técnicas que estabelecessem um nexo de causalidade claro entre os danos e as atividades da pedreira. Em fevereiro de 2025, o TRF4 confirmou a liminar de 2019, mesmo sem evidências, com a desembargadora Lemke e outros juízes, como João Pedro Gebran e Antonio Bonat, votando contra a empresa. Bonat é casado com a irmã de Rony Ferreira, o que levanta questões sobre possíveis conflitos de interesse.

O TRF4 não se manifestou sobre os questionamentos feitos a juízes e desembargadores envolvidos no caso, afirmando que não comenta processos em andamento. A situação da Pedreira BritaFoz continua incerta, com a empresa enfrentando dificuldades financeiras e a possibilidade de demissões em massa.

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