A Justiça autorizou a transferência de Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, do Sistema Penitenciário Federal para um presídio estadual no Ceará. Ele está preso desde 2020, após 21 anos foragido, e é ligado a Marcola, líder do PCC, mas não é membro da facção. Fuminho foi acusado de ordenar assassinatos de integrantes do PCC, mas o Tribunal de Justiça do Ceará não encontrou provas suficientes para levá-lo a julgamento.
Ele estava detido na Penitenciária Federal de Brasília, uma unidade de segurança máxima, desde sua captura em Moçambique. Sua permanência nesse sistema se deu pelo risco de retaliação de outros presos, não por sua ligação com o PCC. O juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana considerou seu bom comportamento e o tempo mínimo para progressão de regime, o que levou à decisão de transferi-lo. O juiz também afirmou que os motivos para sua inclusão no sistema federal não são mais válidos. O advogado de Fuminho não comentou a decisão, pois estava em viagem.
A Justiça autorizou a transferência de Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, do Sistema Penitenciário Federal para um presídio estadual no Ceará. Fuminho, que está preso desde 2020 após 21 anos foragido, é vinculado a Marcos Willian Herbas Camacho, o Marcola, mas não é membro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi acusado de ordenar assassinatos de integrantes da facção, mas o Tribunal de Justiça do Ceará não encontrou indícios suficientes para levá-lo a julgamento.
Fuminho estava detido na Penitenciária Federal de Brasília, uma unidade de segurança máxima, desde sua captura em um hotel de luxo em Moçambique. Sua permanência nesse sistema se deu pelo risco de retaliação de outros presidiários, não por sua ligação com o PCC. O juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana considerou seu bom comportamento e o cumprimento do tempo mínimo para progressão de regime, o que levou à decisão de transferi-lo.
Em abril de 2023, a Justiça cearense já havia determinado que não havia provas suficientes contra Fuminho em relação aos assassinatos de Rogério Jeremias de Simone e Fabiano Alves de Souza, ocorridos em fevereiro de 2018. Apesar de pedidos anteriores para sua permanência no sistema federal, a Justiça de Brasília reafirmou que ele deve ser transferido para o Ceará, onde o processo teve origem.
O juiz destacou que os motivos que justificaram a inclusão de Fuminho no sistema penitenciário federal não são mais válidos. Ele também mencionou que as autoridades de São Paulo podem iniciar um novo procedimento para reintegrá-lo ao sistema federal, se assim desejarem. O advogado de Fuminho não se pronunciou sobre a decisão, pois estava em viagem.
Entre na conversa da comunidade