Um projeto de lei que queria mudar os termos do Tratado de Waitangi foi rejeitado no Parlamento da Nova Zelândia, com uma votação de 112 a 11. Essa proposta gerou muitos protestos, especialmente entre os Māori, que se mobilizaram contra a iniciativa. O ministro das Relações Māori, Tama Potaka, chamou o dia de “dia da cremação” do projeto, celebrando sua derrota.
O Tratado de Waitangi, assinado no século XIX, formalizou a colonização britânica e garantiu direitos aos Māori. O autor da lei, David Seymour, acreditava que era necessário definir os princípios do tratado em uma nova lei, em vez de depender de decisões dos tribunais. No entanto, críticos disseram que isso poderia prejudicar os direitos indígenas.
Após a votação, políticos de diferentes partidos se uniram para cantar uma canção Māori, chamada Waiata, em celebração. O líder do Partido Trabalhista, Chris Hipkins, chamou a proposta de uma mancha no país, enquanto o deputado Hana-Rāwihti Maipi-Clarke afirmou que o projeto foi completamente destruído.
Apesar da derrota, Seymour prometeu continuar lutando por mudanças na lei. A ausência do primeiro-ministro Christopher Luxon durante a votação foi criticada, especialmente por aqueles que participaram da campanha contra o projeto, que recebeu um número recorde de 300 mil submissões.
O projeto de lei que visava redefinir os termos do Tratado de Waitangi foi rejeitado no Parlamento da Nova Zelândia, com uma votação de 112 a 11. A proposta gerou uma onda de protestos, especialmente entre a comunidade Māori, que se mobilizou em massa contra a iniciativa. O ministro das Relações Māori, Tama Potaka, declarou o dia como “dia da cremação” do projeto, celebrando sua derrota.
O Tratado de Waitangi, assinado no século XIX, formalizou a colonização britânica e garantiu direitos de terras e costumes aos Māori. O proponente da lei, David Seymour, argumentou que era necessário definir os princípios do tratado em uma legislação, ao invés de depender de decisões judiciais. No entanto, críticos afirmaram que a proposta poderia prejudicar os direitos indígenas e a coesão social.
Durante a votação, políticos de diferentes partidos se uniram em uma celebração, cantando uma canção Māori, ou Waiata, após a rejeição do projeto. A líder do Partido Trabalhista, Chris Hipkins, descreveu a proposta como um “stain on the country” (mancha no país), enquanto o deputado Hana-Rāwihti Maipi-Clarke afirmou que o projeto foi “absolutamente aniquilado”.
Apesar da derrota, Seymour se comprometeu a continuar lutando por mudanças na legislação. A ausência do primeiro-ministro Christopher Luxon durante a votação foi criticada, especialmente por aqueles que participaram da campanha contra o projeto, que recebeu um número recorde de 300 mil submissões.
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