Reservistas da Força Aérea de Israel foram demitidos após pedirem um cessar-fogo para ajudar na libertação de reféns mantidos pelo Hamas em Gaza. O Exército de Defesa de Israel (IDF) anunciou que está verificando quantos dos que assinaram a carta ainda estão em serviço. A insatisfação entre os reservistas aumentou, especialmente após o reinício das hostilidades.
Em uma carta publicada em jornais, centenas de reservistas e aposentados criticaram a guerra, dizendo que ela serve a interesses políticos e não a objetivos de segurança. Eles alertaram que continuar o conflito pode resultar em mais mortes, incluindo de soldados e civis, além de aumentar a pressão sobre os reservistas. Uma pesquisa recente mostrou que quase 70% da população israelense apoia o fim da guerra em troca da libertação dos reféns.
A insatisfação cresceu desde que Israel quebrou um cessar-fogo com o Hamas no mês passado. Muitos reservistas questionam a disposição do governo em negociar a volta dos reféns, o que pode afetar a mobilização em futuras operações. O chefe do IDF e o comandante da Força Aérea decidiram demitir os que assinaram a carta, afirmando que é inaceitável que membros da Força Aérea expressem falta de confiança na missão.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, criticaram a carta, chamando-a de tentativa de desestabilizar a sociedade israelense. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, também elogiou a demissão dos signatários, referindo-se a eles como “refuseniks”, um termo para aqueles que se recusam a servir. Essa ação busca conter a crescente insatisfação entre os reservistas e evitar manifestações semelhantes às de 2023, quando muitos se opuseram a reformas judiciais do governo.
Reservistas da Força Aérea israelense foram demitidos após pedirem um cessar-fogo para facilitar a volta de reféns mantidos pelo Hamas em Gaza. A decisão foi anunciada pelo Exército de Defesa de Israel (IDF), que está avaliando quantos dos signatários ainda estão ativos. O descontentamento entre os reservistas tem aumentado, especialmente após a retomada das hostilidades.
Em uma carta publicada em jornais israelenses, centenas de reservistas e aposentados criticaram a guerra, afirmando que ela serve a interesses políticos e não a objetivos de segurança. O grupo alertou que a continuidade do conflito pode resultar em mais mortes, incluindo a de soldados e civis, além de aumentar a pressão sobre os reservistas. A pesquisa mais recente indica que quase setenta por cento da população israelense apoia o fim da guerra em troca da libertação dos reféns.
A insatisfação entre os reservistas cresceu desde que Israel quebrou um cessar-fogo com o Hamas no mês passado. Muitos questionam a disposição do governo em negociar a volta dos reféns, o que pode afetar a mobilização de reservistas em futuras operações. O chefe do IDF e o comandante da Força Aérea decidiram demitir os reservistas que assinaram a carta, reforçando a posição de que é inaceitável que membros da Força Aérea expressem falta de confiança na missão.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, criticaram a carta, descrevendo-a como uma tentativa de desestabilizar a sociedade israelense. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, também elogiou a demissão dos signatários, referindo-se a eles como “refuseniks”, um termo usado para aqueles que se recusam a servir. A ação visa conter a crescente insatisfação entre os reservistas e evitar uma repetição das manifestações de 2023, quando muitos se opuseram a reformas judiciais do governo.
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