O projeto de lei que anistia os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023 está sendo discutido na Câmara dos Deputados. O ex-presidente Jair Bolsonaro está tentando garantir apoio entre seus aliados. Recentemente, ele se encontrou com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e pediu que todos os deputados do partido Republicanos votem a favor da urgência do projeto. No entanto, a adesão do partido em São Paulo não foi tão forte quanto esperado, com algumas assinaturas importantes faltando.
Aliados de Bolsonaro acreditam que faltam menos de dez votos para atingir os 257 necessários para aprovar a urgência. O PL, partido de Bolsonaro, já tem cerca de 93% de seus deputados a favor da proposta, mas a adesão de outros partidos, especialmente do Centrão, tem sido baixa. O PSD, por exemplo, contribui com apenas 43% de apoio.
Agora, a estratégia do PL é pressionar os presidentes dos partidos para aumentar o número de assinaturas. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, afirmou que já tem 233 adesões. A pressão sobre Motta para pautar a votação aumentou, especialmente após uma manifestação em apoio à anistia na Avenida Paulista, que contou com a presença de sete governadores. Apesar disso, Motta tem sido cauteloso e defende um debate mais amplo sobre o tema.
A relação entre o PL e o governo Lula está se complicando, com a percepção de que Motta está sendo pressionado a não pautar o projeto. A recente viagem de Motta à Ásia com Lula intensificou essa preocupação. Ele já declarou que não pretende pautar a anistia, argumentando que isso poderia piorar a crise institucional. A situação continua a se desenvolver, com o PL buscando formas de garantir o apoio necessário para avançar com a proposta.
O projeto de lei que propõe a anistia aos envolvidos nos atos de oito de janeiro de dois mil e vinte e três está em discussão na Câmara dos Deputados, com o ex-presidente Jair Bolsonaro exercendo pressão sobre seus aliados para garantir apoio. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), se reuniu recentemente com Bolsonaro, que expressou a expectativa de contar com todos os votos do Republicanos para a aprovação da urgência do projeto. No entanto, a adesão do partido em São Paulo, onde o governador Tarcísio de Freitas é um dos principais aliados de Bolsonaro, não foi tão expressiva, com a falta de assinaturas importantes.
Aliados de Bolsonaro afirmam que faltam menos de dez votos para alcançar os duzentos e cinquenta e sete necessários para a aprovação do regime de urgência. O PL, partido de Bolsonaro, já conta com cerca de noventa e três por cento de seus deputados comprometidos com a proposta, enquanto a adesão de partidos do Centrão tem sido considerada insatisfatória. O PSD, por exemplo, contribui com apenas quarenta e três por cento de seus deputados, enquanto o União Brasil e o Republicanos têm adesões de cinquenta e um e cinquenta e três por cento, respectivamente.
A estratégia do PL agora é pressionar os presidentes dos partidos para aumentar a adesão ao requerimento de urgência. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que coordena a coleta de assinaturas, afirmou que já possui duzentas e trinta e três adesões. A pressão sobre Motta para pautar a votação tem aumentado, especialmente após a manifestação em apoio à anistia na Avenida Paulista, onde sete governadores estiveram presentes. Motta, no entanto, tem se mostrado cauteloso e defende a necessidade de um debate mais amplo sobre o tema.
Enquanto isso, a relação entre o PL e o governo Lula se complica, com a percepção de que Motta está sendo pressionado a não pautar o projeto. A viagem recente de Motta à Ásia com o presidente Lula intensificou essa preocupação. O presidente da Câmara já declarou que não pautará a anistia, argumentando que isso poderia agravar a crise institucional. A situação continua a evoluir, com o PL buscando formas de garantir o apoio necessário para avançar com a proposta.
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