O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a visita de 24 parlamentares ao general Walter Braga Netto, que está preso desde dezembro de 2024. Essa decisão foi tomada após um pedido dos senadores Izalci Lucas e Sóstenes Cavalcante. As visitas ocorrerão na Vila Militar do Rio de Janeiro, onde Braga Netto está detido.
As regras incluem um limite de três visitas individuais por dia e proíbem a entrada de celulares, câmeras e a presença da imprensa. Braga Netto, ex-ministro de Jair Bolsonaro, é acusado de obstrução de justiça por tentar interferir na delação de um ex-auxiliar do ex-presidente. A lista de parlamentares autorizados inclui nomes como Damares Alves, Hamilton Mourão e Sérgio Moro. A defesa do general nega as acusações e afirma que ele não representa risco à ordem pública.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou a visita de 24 parlamentares ao general Walter Braga Netto, que está preso desde dezembro de 2024. A decisão foi tomada após um pedido protocolado pelo senador Izalci Lucas e pelo deputado Sóstenes Cavalcante. As visitas ocorrerão na Vila Militar do Rio de Janeiro, onde Braga Netto se encontra detido.
As regras estabelecidas por Moraes incluem a limitação de três visitas individuais por dia e a proibição de celulares, equipamentos fotográficos e acesso da imprensa. A autorização foi concedida com o consentimento da defesa do general, que é réu em um inquérito sobre uma suposta tentativa de golpe de estado após as eleições de 2022.
Braga Netto, ex-ministro de Jair Bolsonaro, é acusado de obstrução de justiça, especificamente por tentar interferir na delação premiada de um ex-auxiliar do ex-presidente. A lista de parlamentares autorizados inclui figuras como Damares Alves, Hamilton Mourão e Sérgio Moro, além do próprio Sóstenes Cavalcante.
A decisão de Moraes reflete a complexidade do caso, que envolve questões políticas e judiciais significativas. A Polícia Federal alega que Braga Netto tentou impedir a produção de provas durante a investigação, enquanto sua defesa nega as acusações, argumentando que ele não representa risco à ordem pública.
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