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Terroristas Fulani atacam comunidades cristãs na Nigéria e deixam mais de 60 mortos

Mais de 60 cristãos foram mortos em ataques coordenados na Nigéria, levando o governador a declarar genocídio e a Anistia Internacional a exigir justiça.

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Mais de sessenta cristãos foram mortos em ataques por pastores Fulani no estado de Plateau, na Nigéria, nos dias 2 e 3 de abril. O governador Caleb Mutfwang chamou os ataques de genocídio e disse que as comunidades cristãs de Bokkos, especialmente a vila de Hurti, foram as mais atingidas. Uma líder comunitária, Maren Aradong, informou que mais de mil cristãos foram forçados a deixar suas casas e que 383 residências foram destruídas.

Os ataques ocorreram em várias aldeias, incluindo Ruwi, onde 11 cristãos foram mortos durante um velório, e em Hurti, onde mais de 40 perderam a vida. O presidente do Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Bokkos, Farmasum Fuddang, confirmou que o número total de mortos ultrapassou sessenta. O governador Mutfwang afirmou que os ataques têm como objetivo manter as comunidades em pobreza.

A Anistia Internacional pediu ao governo nigeriano que tome medidas para conter a violência, criticando a falta de ação e justiça para as vítimas. A organização destacou que os ataques são parte de um padrão de assassinatos em massa, com 1.336 pessoas mortas entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024 em Plateau. Os moradores estão frustrados com a resposta das forças de segurança, que muitas vezes chegam tarde ou não aparecem.

O reverendo Tongsmangs Dasbak ressaltou a gravidade da situação, afirmando que os ataques causaram muitas mortes e deslocamentos. Ele pediu uma intervenção militar para acabar com a violência e restaurar a paz na região. A infraestrutura local foi severamente danificada, e os sobreviventes estão vivendo em campos de deslocados internos.

Mais de sessenta cristãos foram mortos em ataques coordenados por pastores Fulani no estado de Plateau, na Nigéria, nos dias 2 e 3 de abril. O governador do estado, Caleb Mutfwang, classificou os ataques como genocídio, destacando que as comunidades cristãs de Bokkos, incluindo a vila de Hurti, foram as mais afetadas. A líder comunitária Maren Aradong relatou que mais de mil cristãos foram deslocados e 383 casas foram destruídas durante os ataques.

Os ataques ocorreram em várias aldeias, incluindo Ruwi, onde 11 cristãos foram mortos durante um velório, e em Hurti, onde mais de 40 cristãos perderam a vida. O presidente do Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Bokkos, Farmasum Fuddang, confirmou que o número total de mortos ultrapassou sessenta. O governador Mutfwang afirmou que os ataques têm um padrão de motivação territorial, visando manter as comunidades em pobreza perpétua.

A Anistia Internacional pediu ao governo nigeriano que tome medidas para conter a violência, denunciando a inatividade governamental e a falta de justiça para as vítimas. A organização destacou que os ataques são parte de um padrão de assassinatos em massa, com 1.336 pessoas mortas entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024 em Plateau. Os moradores expressaram frustração com a resposta das forças de segurança, alegando que frequentemente chegam tarde ou não aparecem durante os ataques.

O reverendo Tongsmangs Dasbak enfatizou a gravidade da crise de segurança, afirmando que os ataques têm causado perdas significativas de vidas e deslocamento de comunidades. Ele pediu uma intervenção militar para desmantelar as redes de pastores armados e restaurar a paz na região. A situação continua crítica, com a infraestrutura local severamente danificada e serviços essenciais comprometidos, deixando os sobreviventes em campos de deslocados internos.

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