O USCIS, que é o serviço de imigração dos Estados Unidos, anunciou que vai começar a olhar as redes sociais de imigrantes para encontrar conteúdo antissemita. Isso pode levar à negação de pedidos de visto e green card. A nova regra já está em vigor e afeta pessoas que querem morar legalmente nos EUA e estudantes estrangeiros. Se alguém postar algo que mostre apoio a atividades antissemitas, isso pode prejudicar sua solicitação de imigração.
A secretária-assistente do Departamento de Segurança Interna disse que não há espaço nos EUA para quem apoia o terrorismo. Essa mudança vem após um aviso sobre a coleta de perfis de redes sociais de quem busca benefícios imigratórios, o que preocupa muitas pessoas sobre a vigilância. Especialistas acreditam que essa política pode ser uma forma de censurar opiniões políticas.
O Departamento de Segurança Interna não explicou claramente o que é considerado antissemitismo, mas se baseia em uma definição que inclui ódio contra judeus e suas instituições. Essa nova abordagem parece focar mais em controlar ideias do que em questões de segurança, o que preocupa defensores da liberdade de expressão.
Recentemente, o ex-presidente Donald Trump intensificou a repressão a estrangeiros que têm opiniões pró-Palestina, usando postagens em redes sociais como motivo para revogar status legal. O secretário de Estado informou que mais de 300 vistos foram cancelados neste ano, incluindo o caso de um estudante preso por participar de protestos. A Suprema Corte dos EUA afirma que os direitos da Primeira Emenda se aplicam a todos, mas a aplicação desses direitos para imigrantes ainda é confusa.
O Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) anunciou que começará a monitorar redes sociais de imigrantes em busca de conteúdo antissemita, podendo usar essas informações para negar pedidos de visto e green card. A medida, que entrou em vigor imediatamente, afeta migrantes que solicitam residência legal permanente e estudantes estrangeiros. Segundo a agência, postagens que indiquem apoio a atividades antissemitas poderão impactar negativamente as solicitações de imigração.
A secretária-assistente do Departamento de Segurança Interna (DHS), Tricia McLaughlin, afirmou que não há espaço nos Estados Unidos para simpatizantes do terrorismo. A nova diretriz surge após um aviso sobre a coleta de perfis de redes sociais de pessoas que buscam benefícios imigratórios, o que gerou preocupações sobre a ampliação da vigilância sobre aqueles que já estão no país. Especialistas alertam que essa política pode ser uma forma de censura a opiniões políticas.
O DHS não especificou o que caracteriza antissemitismo, mas baseia-se na definição da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Essa definição inclui manifestações de ódio contra judeus e instituições judaicas. A política é vista como uma mudança de foco, passando de investigações de segurança para o policiamento de ideias, o que preocupa defensores da liberdade de expressão.
Recentemente, o ex-presidente Donald Trump intensificou a repressão a estrangeiros com visões pró-Palestina, citando postagens em redes sociais como justificativa para revogar status legal. O secretário de Estado, Marco Rubio, informou que mais de trezentos vistos foram revogados neste ano, destacando o caso de um estudante preso por sua participação em protestos universitários. A Suprema Corte dos Estados Unidos tem reafirmado que os direitos da Primeira Emenda se aplicam a todos no território americano, mas a aplicação desses direitos no contexto da imigração permanece ambígua.
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