Uma ação penal da Operação Lava-Jato que estava na 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro foi transferida para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). O processo envolve Sérgio Cabral, ex-governador do Rio, e outros réus, como o ex-secretário de Saúde, Sergio Cortes, e o empresário Miguel Iskin. A mudança ocorreu por causa do foro privilegiado de Cabral, conforme decisão do juiz Vitor Valpuesta. Ele afirmou que o caso, que investiga corrupção em importações de equipamentos de saúde, é de competência do STJ, já que se refere ao período em que Cabral era governador. Essa ação é parte das fases da Lava-Jato chamadas Fatura Exposta e Ressonância, iniciadas em 2017 e 2018. O pedido para a transferência não foi feito por Cabral, mas por Jair da Veiga, conhecido como Coronel Veiga, que é apontado como um dos responsáveis pela organização criminosa e tem a defesa da advogada Fernanda Pereira Machado. A transferência do processo pode afetar o andamento das investigações e as consequências para os réus.
Uma ação penal da Operação Lava-Jato, que estava sob a jurisdição da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, foi transferida para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). O processo envolve Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, e outros réus, incluindo o ex-secretário de Saúde, Sergio Cortes, e o empresário Miguel Iskin. A mudança ocorreu devido ao foro privilegiado de Cabral, conforme decisão do juiz federal substituto Vitor Valpuesta.
O juiz determinou que a causa, relacionada ao período em que Cabral governou o estado fluminense, é de competência do STJ. O caso investiga um suposto esquema de corrupção em importações de equipamentos para a Saúde do Rio e para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Essa ação é uma continuação das fases da Lava-Jato conhecidas como Fatura Exposta e Ressonância, que foram deflagradas em 2017 e 2018.
A solicitação para a transferência do processo não partiu de Cabral, mas de Jair da Veiga, conhecido como Coronel Veiga. Ele foi identificado por procuradores como o suposto responsável administrativo da organização criminosa. A defesa de Veiga é conduzida pela criminalista Fernanda Pereira Machado.
A transferência da ação penal para o STJ marca mais um desdobramento das investigações da Lava-Jato, que têm revelado diversos esquemas de corrupção em diferentes esferas do governo. A continuidade do processo no tribunal superior pode impactar o andamento das investigações e as possíveis consequências para os réus envolvidos.
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