André Janones, deputado federal, foi criticado após ser acusado de enviar uma foto íntima de sua ex-mulher, Leandra Guedes, a um secretário municipal. Isso levou Leandra a obter uma medida protetiva que proíbe qualquer contato entre eles. Apesar de afirmar estar trabalhando em seu gabinete, que estava fechado e vazio, Janones não se manifestou sobre as acusações. Nos comentários de sua postagem nas redes sociais, muitos questionaram a situação. Leandra, que é prefeita de Ituiutaba (MG) e ex-assessora de Janones, relatou à Justiça que ele tentou pressioná-la a demitir uma aliada, o que resultou em uma decisão judicial que menciona “possível violência psicológica e social”. O caso também está ligado a uma investigação anterior sobre um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete, mas Leandra não foi indiciada. O inquérito foi encerrado após um acordo com a Procuradoria-Geral da República. O processo atual corre em segredo de Justiça.
O deputado federal André Janones (Avante-MG) foi alvo de críticas após ser acusado de enviar uma foto íntima de sua ex-mulher, Leandra Guedes, a um secretário municipal. A situação resultou em uma medida protetiva que proíbe qualquer contato entre eles. O caso veio à tona recentemente, mas Janones não se manifestou sobre as acusações.
Na postagem feita por Janones em uma rede social, ele afirmou estar trabalhando “até tarde” em seu gabinete, que estava, na verdade, fechado e vazio. A reportagem confirmou que o local estava sem funcionários e com as luzes apagadas. Os comentários na publicação, que contava com mais de 1.300 interações, questionavam as ameaças e a divulgação da imagem.
Leandra Guedes, prefeita de Ituiutaba (MG) e ex-assessora de Janones, obteve a medida protetiva após relatar à Justiça que o deputado tentou pressioná-la a demitir uma aliada. A decisão judicial menciona “possível violência psicológica e social” e estabelece restrições severas, incluindo a proibição de se aproximar dela a menos de 300 metros.
O caso de Janones e Guedes também está ligado a uma investigação anterior sobre um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete, mas Leandra não foi indiciada. O inquérito foi encerrado em março após um acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O processo atual corre em segredo de Justiça.
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