Belém, a capital do Pará, está passando por grandes mudanças com várias obras para se preparar para a COP30, uma conferência do clima da ONU que acontecerá em novembro. A cidade espera receber cerca de 60 mil visitantes e, por isso, está investindo em transporte, saneamento e áreas de lazer. O governador Helder Barbalho mencionou que as obras, como o Parque Linear da Nova Doca, têm o objetivo de deixar um legado duradouro para a população. O investimento total para essas melhorias é de 5 bilhões de reais, sendo 980 milhões destinados ao novo Parque da Cidade, que será o principal local do evento. Entre as obras, está o saneamento do Complexo do Ver-o-Peso, que não tinha essa infraestrutura há mais de 120 anos. A construção da Avenida Liberdade, que liga Belém a Ananindeua, está gerando polêmica por passar por áreas de proteção ambiental, mas o governo promete compensações. A prefeitura também está focando em melhorar o saneamento básico e a coleta de lixo, especialmente nas ilhas fluviais, onde um barco movido a hidrogênio será usado para ajudar na limpeza, atendendo à demanda crescente do turismo na região.
Belém, capital do Pará, está em intensa transformação com obras em andamento para a COP30, conferência do clima da ONU, marcada para novembro. A cidade espera receber 60 mil visitantes e, por isso, investe em infraestrutura de transporte, saneamento e lazer.
O governador Helder Barbalho (MDB) destacou que as obras, como o Parque Linear da Nova Doca, visam deixar um legado duradouro para a população. O investimento total para preparar Belém é de R$ 5 bilhões, com R$ 980 milhões destinados ao novo Parque da Cidade, que será o centro do evento.
Entre as iniciativas, está o saneamento do Complexo do Ver-o-Peso, que há mais de 120 anos não contava com essa infraestrutura. Além disso, a construção da Avenida Liberdade, que liga Belém a Ananindeua, gera controvérsias por cortar áreas de proteção ambiental, mas o governo promete compensações.
A prefeitura também foca em melhorias no saneamento básico e na coleta de resíduos, especialmente nas ilhas fluviais. Um barco movido a hidrogênio será utilizado para a coleta de lixo, buscando atender a demanda crescente gerada pelo turismo na região.
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