O Comando da Aeronáutica pediu à Anac informações sobre os 20 slots diários da Voepass no aeroporto de Congonhas, que estão sem uso desde que a companhia teve seus voos suspensos em 11 de março por problemas operacionais. O Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea informou que esses horários não foram repassados para outros voos e sugeriu que fossem usados para voos gerais, como táxi aéreo. No entanto, a Anac afirmou que os slots só podem ser redistribuídos para companhias de voos regulares. A agência não pretende redistribuí-los até que a Voepass cumpra os requisitos de operação, que incluem manter 80% de voos regulares durante a temporada. Se a Voepass não retomar suas operações até 11 de maio, a Anac poderá retomar os slots e redistribuí-los. A situação é monitorada pela Anac, especialmente após um acidente aéreo em agosto do ano passado que resultou em 62 mortes.
O Comando da Aeronáutica solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informações sobre a redistribuição dos 20 slots diários da Voepass no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Os voos da companhia estão suspensos desde 11 de março devido a descumprimentos operacionais, resultando em subutilização do aeroporto.
O Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) destacou que os slots da Voepass não estão sendo utilizados e não foram repassados ao sistema de gestão de movimentos aéreos. A Aeronáutica propõe que esses horários sejam disponibilizados para voos gerais, como táxi aéreo e jatos executivos, em vez de serem redistribuídos para outras companhias aéreas.
A Anac, por sua vez, informou que os slots não podem ser redistribuídos para a aviação geral, mas apenas para empresas de voos regulares. A agência mantém a suspensão da redistribuição até que a Voepass cumpra os requisitos mínimos de operação, como a manutenção de 80% de voos regulares durante a temporada.
Caso a Voepass não retome suas operações até 11 de maio, a Anac poderá retomar os slots e redistribuí-los. A situação é monitorada pela Anac, que avalia a possibilidade de cumprimento das normas de operação da companhia, especialmente após o acidente aéreo de agosto do ano passado, que resultou em 62 mortes.
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