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Emigrantes enfrentam desafios para regularização em Portugal após morte de brasileiro em acidente

Casais brasileiros enfrentam dificuldades para regularizar sua situação em Portugal, obrigados a longas viagens e atendimentos insatisfatórios.

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Após a morte do brasileiro Felipe Matheus em um acidente de trânsito enquanto ia a uma entrevista na Agência de Imigração e Mobilidade de Aposentados (AIMA), surgiram novos relatos de dificuldades enfrentadas por imigrantes brasileiros em Portugal. O casal Dilson Gonçalves e Polyana Felipe teve que viajar 636 quilômetros, ida e volta, de Barcelos a Castelo Branco, para regularizar sua situação. Dilson, que imigrou com um visto de procura de trabalho, criticou o atendimento da AIMA, que redirecionou sua entrevista sem aviso. Ele se sentiu desrespeitado, pois o atendimento foi feito por um segurança que não tinha informações úteis. Enquanto Dilson conseguiu concluir sua entrevista, o processo de Polyana ficou pendente porque ela precisa encontrar um emprego com contrato. Esses relatos mostram a insatisfação com o atendimento aos imigrantes brasileiros em Portugal.

Após a morte do brasileiro Felipe Matheus em um acidente de trânsito a quase 300 quilômetros de casa, enquanto se dirigia a uma entrevista na Agência de Imigração e Mobilidade de Aposentados (AIMA), surgiram novos relatos de dificuldades enfrentadas por imigrantes brasileiros em Portugal. O casal Dilson Gonçalves e Polyana Felipe, por exemplo, percorreu 636 quilômetros, ida e volta, de Barcelos a Castelo Branco, em busca da regularização de sua situação.

Dilson, que imigrou com um visto de procura de trabalho há seis meses, criticou a falta de respeito no atendimento da AIMA. Ele relatou que, apesar de ter agendado uma entrevista na AIMA do Porto, foi redirecionado para Castelo Branco sem aviso prévio. “É muita vergonha o que estão fazendo com os imigrantes”, afirmou. Ele também destacou que o atendimento foi insatisfatório, com um segurança atuando como atendente, sem acesso a informações relevantes.

O casal enfrentou um total de doze horas de viagem de trem entre o Norte e o Centro de Portugal. Enquanto Dilson conseguiu concluir sua entrevista com sucesso, o processo de Polyana ficou pendente, pois ela é autônoma e precisa encontrar um emprego com contrato para regularizar sua situação. A insatisfação com o atendimento e a falta de estrutura da AIMA têm gerado descontentamento entre os imigrantes brasileiros.

Esses relatos refletem um cenário preocupante para os brasileiros que buscam regularizar sua situação em Portugal, especialmente em um contexto onde já existe um acordo de imigração entre os dois países. A situação levanta questões sobre a eficiência e o respeito no atendimento aos imigrantes, que enfrentam desafios adicionais em um novo país.

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