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Estudante da Ufac gera polêmica ao ofender acreanos e é alvo de investigação por xenofobia

Estudante da Ufac gera polêmica com ofensas a acreanos; após repercussão, se desculpa e MP investiga possível xenofobia.

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Assúria Nascimento de Mesquita, estudante de medicina da Universidade Federal do Acre, gerou polêmica ao fazer comentários negativos sobre acreanos em suas redes sociais, dizendo ter “asco de acreanos” e chamando o estado de “roça”. Após a repercussão, ela desativou sua conta. Em uma nota, Assúria reconheceu que errou e se disse arrependida, afirmando que é natural que os acreanos se sintam ofendidos. O Ministério Público do Acre abriu um inquérito para investigar possíveis crimes de xenofobia, mas a Polícia Civil ainda não confirmou se já começou a apuração. A Atlética Sinistra, da qual Assúria é diretora, repudiou suas declarações, destacando que não apoia atitudes que desrespeitam a dignidade humana. O pai de Assúria, Assurbanípal Mesquita, que é secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre, também comentou, dizendo que a filha está arrependida e buscando aprender com a situação. A Universidade Federal do Acre ainda não se pronunciou sobre o caso.

Postagens de Assúria Nascimento de Mesquita, estudante de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac), geraram polêmica ao expressar desprezo por acreanos em suas redes sociais. Ela afirmou ter “asco de acreanos” e chamou o estado de “roça” e “umbral”. Após a repercussão, a jovem desativou sua conta.

Em nota, Assúria reconheceu seu erro, descrevendo suas declarações como um “erro muito grave”. Ela expressou arrependimento e afirmou que é natural que os acreanos se sintam ofendidos. “Estou profundamente arrependida e refletindo sobre o impacto disso”, declarou.

O Ministério Público do Acre abriu um inquérito para investigar possíveis crimes de xenofobia. A Polícia Civil ainda não confirmou se já iniciou a apuração. A Atlética Sinistra, da qual Assúria é diretora, repudiou suas declarações, afirmando que não compactua com atitudes que desrespeitam a dignidade humana.

O pai de Assúria, Assurbanípal Mesquita, secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre, também se manifestou, ressaltando que a filha está arrependida e buscando formas de aprender com a situação. A Ufac ainda não se pronunciou sobre o caso.

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