Um funcionário do Itamaraty, Aldegundes Batista Miranda, foi demitido após sugerir o uso de força contra indígenas durante uma reunião de segurança em Brasília. A declaração aconteceu no dia 9 de abril, enquanto se discutiam medidas para o Acampamento Terra Livre (ATL). Aldegundes, participando remotamente, disse: “Deixa descer e mete o cacete se fizer bagunça, pronto”. No dia seguinte, a Polícia Legislativa usou gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os indígenas que se aproximavam do Congresso Nacional. O Itamaraty repudiou a fala e encaminhou o caso à corregedoria interna. Aldegundes afirmou que não se referia especificamente aos indígenas e que seu comentário foi feito sem intenção de ofender, alegando que não sabia que o microfone estava ligado. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) pediu investigação ao Ministério Público Federal, afirmando que a fala do funcionário se refletiu na ação desproporcional da polícia. O Ministério dos Povos Indígenas também solicitou apuração sobre a violência policial e a declaração feita na reunião.
Um funcionário do Itamaraty, identificado como Aldegundes Batista Miranda, foi demitido após sugerir o uso de força contra indígenas durante uma reunião de segurança em Brasília. A declaração ocorreu na quarta-feira, dia 9 de abril, enquanto se discutiam medidas para o Acampamento Terra Livre (ATL), que ocorria na capital.
Durante a reunião, Aldegundes, que estava participando de forma remota, disse: “Deixa descer e mete o cacete se fizer bagunça, pronto”. A Polícia Legislativa usou gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os indígenas que se aproximavam do Congresso Nacional na quinta-feira, dia 10 de abril. O Itamaraty repudiou a fala e informou que o caso foi encaminhado à corregedoria interna.
O funcionário alegou que não se referia especificamente aos indígenas e que seu comentário foi feito sem intenção de ofender, afirmando que não sabia que o microfone estava ligado. Ele se apresentou como chefe de segurança do órgão e negou ter usado a expressão de forma intencional.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) pediu investigação ao Ministério Público Federal, afirmando que a fala do funcionário se materializou na ação desproporcional da polícia. O Ministério dos Povos Indígenas também solicitou apuração sobre a violência policial e a declaração feita na reunião.
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