Durante uma entrevista ao vivo, o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, deixou Geddel Vieira Lima, ex-ministro, em uma situação desconfortável ao perguntar sobre os R$ 51 milhões encontrados pela Polícia Federal em um apartamento dele em 2017. Geddel, visivelmente constrangido, desviou a pergunta e disse que não tinha responsabilidade sobre o caso. Apesar de não ter um cargo de destaque no MDB, Geddel ainda é uma figura influente no partido e ajudou Geraldo a se tornar vice-governador em 2022.
Geddel foi preso em 2017 após a descoberta do dinheiro, que era considerado de origem ilícita. Ele foi condenado a 14 anos de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa, cumprindo quatro anos em regime fechado. Desde fevereiro de 2022, ele está em liberdade condicional. Na entrevista, Geddel afirmou que não foi “condenado ao silêncio” e que cumpriu sua pena sem pedir anistia, reforçando sua amizade com Geraldo Júnior, que não se sente preocupado com o passado do ex-ministro.
O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), causou constrangimento ao ex-ministro Geddel Vieira Lima durante uma entrevista ao vivo no programa De Cara com o Líder. Ele questionou Geddel sobre o valor de R$ 51 milhões encontrado pela Polícia Federal em um apartamento em Salvador em 2017. A pergunta gerou uma reação visivelmente desconfortável do ex-ministro, que desviou o assunto, afirmando que não tinha responsabilidade sobre o caso.
Geddel, que não ocupa um cargo de comando no MDB, continua sendo uma figura influente dentro do partido. Ele foi um dos principais articuladores para a adesão de Geraldo ao grupo governista, o que resultou na ascensão deste ao cargo de vice em 2022. Durante a entrevista, Geddel comparou sua prisão a “um raio que caiu na minha cabeça”, referindo-se ao sistema de financiamento de campanhas da época.
O ex-ministro foi preso em setembro de 2017 após a descoberta de nove malas e caixas com R$ 51 milhões, que, segundo a investigação, eram de origem ilícita. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 14 anos de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa, tendo cumprido quatro anos em regime fechado. Desde fevereiro de 2022, Geddel está em liberdade condicional.
Na entrevista, Geddel afirmou que não foi “condenado ao silêncio” e que cumpriu sua pena sem solicitar anistia. Ele também destacou a proximidade com Geraldo Júnior, enfatizando que a amizade entre eles não é afetada por seu passado. A situação evidencia a complexidade das relações políticas e a continuidade da influência de Geddel no MDB, apesar de seu histórico criminal.
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