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Geraldo Júnior provoca Geddel Vieira Lima sobre o escândalo das malas de dinheiro

Geddel Vieira Lima enfrenta desconforto em entrevista após questionamento sobre as malas de dinheiro que resultaram em sua condenação.

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O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, deixou o ex-ministro Geddel Vieira Lima em uma situação desconfortável durante uma entrevista. Ele mencionou as “malas de dinheiro” que levaram à condenação de Geddel, provocando uma reação negativa do ex-ministro, que tentou mudar de assunto. Geddel afirmou que questões sobre o caso deveriam ser tratadas com sua defesa e pediu para “tocar o barco”.

Geraldo Júnior fez a pergunta de forma leve, destacando que a oposição frequentemente o questiona sobre Geddel e os R$ 51 milhões apreendidos em seu apartamento. Geddel, por sua vez, insistiu que o vice não se preocupasse com isso. Geddel foi preso em 2017 após a apreensão do dinheiro e, em 2019, foi condenado por lavagem de dinheiro e associação criminosa, o que o tornou inelegível. Ele cumpriu parte da pena e foi solto em 2022, agora em liberdade condicional. A entrevista mostrou a dificuldade de Geddel em lidar com seu passado criminal, mesmo em um ambiente descontraído.

O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, gerou desconforto ao ex-ministro Geddel Vieira Lima durante uma entrevista no programa “De Cara Com O Líder”, do portal BNews. Ao mencionar as “malas de dinheiro” que resultaram na condenação de Geddel, ele provocou uma reação imediata do ex-ministro, que tentou mudar de assunto. Geddel respondeu que questões relacionadas ao caso deveriam ser tratadas com sua defesa.

Geraldo Júnior, conhecido como Geraldinho, fez a pergunta em tom descontraído, destacando que a oposição frequentemente o questiona sobre Geddel, referindo-se aos R$ 51 milhões apreendidos em seu apartamento. O ex-ministro, por sua vez, insistiu em que o vice não se preocupasse com isso e pediu para “tocar o barco”.

Geddel foi preso em setembro de 2017 após a apreensão dos valores, sendo investigado por um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal. Em 2019, ele e seu irmão, Lúcio Vieira Lima, foram condenados por lavagem de dinheiro e associação criminosa, o que os tornou inelegíveis. Após cumprir parte da pena de 13 anos e quatro meses, Geddel foi solto em 2022.

Desde então, Geddel cumpre pena em liberdade condicional. A entrevista, marcada por tensões, evidencia a dificuldade do ex-ministro em lidar com o passado criminal, mesmo em um ambiente que deveria ser mais leve e informal.

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