O Ministério para a Transição Ecológica da Espanha anunciou um novo projeto para a baía de Portmán, em La Unión, que não inclui a remoção dos 60 milhões de toneladas de resíduos mineros despejados entre 1957 e 1991. Essa decisão gerou descontentamento entre moradores e autoridades locais, que a consideram uma “sentença de morte” para a baía, ignorando acordos anteriores que previam a retirada dos resíduos e a recuperação da linha de costa. O secretário de Estado de Meio Ambiente, Hugo Morán, afirmou que a proposta envolve o selamento dos resíduos, evitando novas tentativas que não deram certo no passado. O custo estimado do projeto é de 50 milhões de euros, e a intenção é apresentar uma solução definitiva até o verão de 2026.
A representante da Liga de Vecinos de Portmán, Mari Carmen García, destacou que a recuperação da antiga forma da baía é uma questão de dignidade. Os moradores já haviam aceitado não recuperar totalmente a linha de costa anterior a 1957, mas agora veem a nova proposta como um retrocesso. O prefeito de La Unión, Joaquín Zapata, criticou a decisão, afirmando que ela compromete o futuro da região e impede o desenvolvimento turístico. A proposta do ministério busca garantir o mínimo risco ambiental, mas enfrenta resistência das administrações locais e regionais. Um mês está aberto para que todos os interessados possam fazer contribuições sobre o projeto.
O Ministério para a Transição Ecológica da Espanha anunciou um novo projeto para a baía de Portmán, em La Unión, que não inclui a remoção dos 60 milhões de toneladas de resíduos mineros despejados na região entre 1957 e 1991. A proposta gerou descontentamento entre moradores e autoridades locais, que a consideram uma “sentença de morte” para a baía, desconsiderando acordos anteriores que previam a retirada dos resíduos contaminantes e a recuperação da linha de costa.
O secretário de Estado de Meio Ambiente, Hugo Morán, afirmou que a intervenção proposta envolve o selamento dos resíduos, evitando mais “tentativas falhas”. Ele destacou que a alternativa de dragagem mínima será estudada, mas sem priorizar o recuo da costa atual. O custo estimado do projeto é de R$ 50 milhões, e a intenção é apresentar uma solução definitiva até o verão de 2026.
A representante da Liga de Vecinos de Portmán, Mari Carmen García, expressou que a recuperação da antiga forma da baía é uma questão de dignidade. Os moradores já haviam aceitado não recuperar totalmente a linha de costa anterior a 1957, mas agora veem a nova proposta como um retrocesso. O prefeito de La Unión, Joaquín Zapata, também criticou a decisão, afirmando que ela compromete o futuro da região e paralisa o desenvolvimento turístico.
A proposta do ministério, segundo Morán, busca garantir o mínimo risco ambiental e a viabilidade técnica, mas enfrenta resistência das administrações locais e regionais. O conselheiro de Fomento da Região de Murcia, Jorge García Montoro, considerou inadmissível que a nova proposta negue o acordo de 2006. A situação continua a ser monitorada, com um mês aberto para contribuições de todos os interessados.
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