A construção da estação do metrô na Gávea, parte da Linha 4, vai recomeçar após anos de atrasos. O governador Cláudio Castro assinou contratos que permitem a retomada das obras, que estavam paradas desde 2015. A estação deveria ter sido concluída em 2016, mas enfrenta nove anos de atraso devido a problemas legais e denúncias de superfaturamento. A nova previsão é que a inauguração ocorra em 2028.
A primeira fase das obras inclui a remoção da água acumulada e o rebaixamento do lençol freático, com duração estimada de seis meses. O projeto original da estação foi modificado, e agora os passageiros só poderão acessar a estação por elevadores, sem escadas rolantes. O MetrôRio se comprometeu a investir até 600 milhões de reais na conclusão das obras, enquanto o governo do estado arcará com 97 milhões. Após essa fase inicial, será necessário escavar mais 1,2 quilômetro para completar a galeria entre São Conrado e Gávea.
A construção da estação do metrô na Gávea, parte da Linha 4, teve um novo avanço com a assinatura de contratos pelo governador Cláudio Castro, permitindo a retomada das obras. A estação, que deveria ter sido concluída em 2016, enfrenta nove anos de atraso e estava paralisada desde 2015 devido a impasses jurídicos e denúncias de superfaturamento. A previsão é que a inauguração ocorra em 2028.
A primeira fase das obras envolve a sucção da água acumulada e o rebaixamento do lençol freático, ações que devem durar cerca de seis meses. Desde 2015, a construção da estação Gávea foi marcada por controvérsias, incluindo um esquema de propinas que beneficiou o ex-governador Sérgio Cabral, resultando em R$ 3,7 bilhões pagos indevidamente a empreiteiras, segundo o Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O projeto original da estação sofreu alterações, como a eliminação de escadas rolantes e a supressão do acesso próximo ao Shopping da Gávea. A nova proposta prevê que os passageiros acessem a estação apenas por elevadores. O TCE já havia determinado a finalização da obra em várias ocasiões, mas os esforços anteriores esbarraram em questões legais e falta de interesse por parte de empresas para realizar os estudos necessários.
Com a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o MetrôRio se comprometeu a arcar com até R$ 600 milhões para a conclusão das obras, enquanto o governo do estado se responsabiliza por R$ 97 milhões. A expectativa é que, após a fase inicial, as obras avancem para a conclusão da galeria entre São Conrado e Gávea, que ainda precisa de mais 1,2 quilômetro de escavação.
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