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Governo dos EUA ignora ordem judicial e complica retorno de migrante deportado por engano

Governo dos EUA enfrenta pressão judicial para corrigir deportação de Kilmar Ábrego García, enquanto sua segurança em El Salvador está em risco.

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O governo dos Estados Unidos não deu informações à juíza Paula Xinis sobre Kilmar Ábrego García, um migrante salvadorenho deportado por engano. O governo alegou que o prazo pedido pela juíza era “impraticável”. Xinis exigiu que o governo fornecesse dados diários sobre a situação de García e as medidas para seu retorno. Os advogados de García criticaram a atitude do governo, chamando-a de “arrogância e crueldade”. García, que tinha status legal nos EUA desde 2019, foi deportado em março, mesmo após um juiz ter determinado que ele não deveria ser expulso devido ao risco de tortura em El Salvador. O governo reconheceu o erro, mas não tomou providências para corrigir a situação. Durante a audiência, a juíza expressou preocupação com a falta de informações, afirmando que isso mostrava que “não fizeram nada” para ajudar García. O advogado do Departamento de Justiça disse que não tinha dados disponíveis e pediu mais tempo para responder. A Suprema Corte já havia determinado que o governo deveria garantir que García fosse tratado como se não tivesse sido deportado. Apesar das ordens judiciais, o governo continua adiando o processo, enquanto a esposa de García, Jennifer Sura, afirmou que a família vive um “pesadelo” e que continuará lutando pelo retorno do marido.

O governo dos Estados Unidos não forneceu informações à juíza federal Paula Xinis sobre o caso de Kilmar Ábrego García, um migrante salvadorenho deportado por engano. A justificativa do governo foi que o prazo estabelecido pela magistrada era “impraticável”. Xinis exigiu que o governo apresentasse dados diários sobre a situação de García e as medidas para seu retorno.

Os advogados de García criticaram a postura do governo, chamando-a de “arrogância e crueldade”. O salvadorenho, que viveu legalmente nos EUA desde 2019, foi deportado em março, mesmo após um juiz ter determinado que ele não deveria ser expulso devido ao risco de tortura em El Salvador. O governo Trump reconheceu o erro, mas não tomou providências para corrigir a situação.

Durante a audiência, a juíza expressou sua preocupação com a falta de informações do governo, afirmando que isso indicava que “não fizeram nada” para facilitar o retorno de García. O advogado adjunto do Departamento de Justiça, Drew Ensign, alegou que não tinha dados disponíveis e pediu mais tempo para responder às exigências da juíza.

A Suprema Corte já havia determinado que o governo deveria garantir que García fosse tratado como se não tivesse sido deportado. Apesar das ordens judiciais, o governo continua a adiar o processo, enquanto a esposa de García, Jennifer Sura, declarou que a família vive um “pesadelo” e que continuará lutando pelo retorno do marido.

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