Walter Delgatti Neto, conhecido como o “hacker de Araraquara”, apresentou suas alegações finais no processo que envolve a deputada Carla Zambelli no Supremo Tribunal Federal. Ele afirma que Zambelli foi a “mentora intelectual” da invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça, prometendo emprego e tratamento de saúde em troca do crime. O advogado de Delgatti diz que ele foi “iludido” pelas promessas da deputada, que explorou sua vulnerabilidade. O advogado também menciona que eles se encontraram pessoalmente e trocaram mensagens, o que mostra a relação entre eles. As investigações revelam que Zambelli e Delgatti planejaram a invasão para inserir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes. A denúncia do procurador-geral da República afirma que a deputada orientou Delgatti a forjar o documento e a bloquear valores na conta de Moraes. Delgatti confirmou que recebeu pagamentos de Zambelli pelos serviços. A defesa pediu que Moraes seja considerado suspeito para julgar o caso, já que ele foi o alvo da invasão. Zambelli e Delgatti enfrentam acusações de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica, com penas que podem chegar a seis anos de prisão. As investigações da Polícia Federal resultaram na prisão de Delgatti e em mandados de busca em endereços relacionados à deputada.
A defesa de Walter Delgatti Neto, conhecido como o “hacker de Araraquara”, apresentou alegações finais no processo que envolve a deputada Carla Zambelli no Supremo Tribunal Federal (STF). Delgatti alega que Zambelli foi a “mentora intelectual” da invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), prometendo emprego e tratamento de saúde em troca do crime.
O advogado de Delgatti, Ariovaldo Moreira, afirma que o hacker foi “iludido” pelas promessas da deputada, que explorou sua vulnerabilidade. Ele destaca que Zambelli ofereceu apoio e benefícios, além de custear um tratamento de saúde em Guaratinguetá (SP). O advogado também menciona que os dois se encontraram pessoalmente e trocaram mensagens, evidenciando a relação entre eles.
As investigações indicam que Zambelli e Delgatti planejaram a invasão para inserir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes. A denúncia do procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que a deputada orientou Delgatti a forjar o documento e a articular um bloqueio de valores na conta de Moraes. Delgatti confirmou em depoimento que recebeu pagamentos de Zambelli pelos serviços prestados.
A defesa pediu a suspeição de Moraes como relator do caso, argumentando que ele foi o principal alvo da invasão. Zambelli e Delgatti enfrentam acusações de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica, com penas que podem chegar a seis anos de prisão. As investigações da Polícia Federal resultaram na prisão de Delgatti e em mandados de busca em endereços relacionados à deputada.
Entre na conversa da comunidade