O relator do Orçamento de 2026, Isnaldo Bulhões, disse que a queda na popularidade do presidente Lula está ligada aos atrasos nas obras do PAC. Ele criticou a burocracia na Casa Civil, que, segundo ele, causa decepção entre os eleitores. Bulhões se opôs à proposta de anistia para os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro, afirmando que a maioria do MDB deve decidir sobre isso e que a pressão pela aprovação vem do pastor Silas Malafaia, que não representa a sociedade. Ele também pediu um diálogo melhor entre o Legislativo e o Executivo, destacando que as emendas parlamentares precisam estar alinhadas com as prioridades do governo. Bulhões acredita que a ala do MDB que apoia Lula é majoritária, em parte por causa do apoio de Simone Tebet. Ele comentou ainda sobre o deputado Glauber Braga, que enfrenta um processo de cassação, dizendo que ele deve mostrar que pode se recuperar para evitar punições severas.
O relator do Orçamento de 2026, Isnaldo Bulhões (MDB-AL), apontou que a queda na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está relacionada aos atrasos nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Bulhões criticou a burocracia excessiva na Casa Civil, afirmando que isso gera decepção entre os eleitores.
Em entrevista, Bulhões se manifestou contra a proposta de anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro, destacando que a maioria da bancada do MDB deve decidir sobre o tema. Ele mencionou a influência do pastor Silas Malafaia na pressão pela aprovação da anistia, afirmando que isso não representa a sociedade brasileira.
O relator também defendeu a necessidade de um diálogo mais eficiente entre o Legislativo e o Executivo, ressaltando que as emendas parlamentares devem estar alinhadas com as prioridades do governo. Bulhões criticou a gestão do PAC, afirmando que a burocracia tem atrasado a execução das obras e impactado negativamente a popularidade do presidente.
Sobre a reeleição de Lula em 2026, Bulhões afirmou que a ala do MDB que o apoia é majoritária, em parte devido ao apoio de Simone Tebet. Ele também comentou sobre a situação do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que enfrenta um processo de cassação, afirmando que ele deve demonstrar capacidade de recuperação para evitar punições severas.
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