O Departamento de Justiça dos Estados Unidos vai revisar o caso de Alexander Smirnov, um ex-informante do FBI que foi condenado por mentir sobre a família Biden e suas ligações com a Ucrânia. Smirnov foi sentenciado a seis anos de prisão por afirmar falsamente que o presidente Joe Biden e seu filho Hunter Biden receberam um suborno de $10 milhões da Burisma, uma empresa de energia ucraniana. Essa alegação foi importante para os esforços dos republicanos de impeachment contra Biden em 2020.
O procurador David Friedman informou que a revisão do caso busca reavaliar a base da condenação de Smirnov. Ele também pediu a liberação temporária de Smirnov durante o processo de apelação, mencionando problemas de saúde e falta de atendimento médico adequado na prisão. Smirnov, que imigrou da União Soviética e se tornou cidadão americano, é acusado de ter inventado a história do suborno para prejudicar a campanha de Biden. Embora suas alegações tenham sido investigadas em 2020, não resultaram em nada. Recentemente, a equipe do procurador especial David Weiss reentrevistou Smirnov e concluiu que ele estava mentindo, recomendando sua própria acusação por enganar o FBI. As alegações de Smirnov ganharam destaque na mídia de direita com a aproximação das eleições de 2024.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revisará o caso de Alexander Smirnov, ex-informante do FBI, condenado por mentir sobre supostas ligações da família Biden com a Ucrânia. Smirnov recebeu uma pena de seis anos de prisão por afirmar falsamente que o presidente Joe Biden e seu filho Hunter Biden teriam recebido um suborno de $10 milhões da Burisma, uma empresa de energia ucraniana. Essa alegação foi central para os esforços republicanos de impeachment contra Biden em 2020.
O procurador David Friedman, em um documento judicial, informou que a revisão do caso visa reavaliar a teoria do governo que fundamentou a condenação de Smirnov. Além disso, Friedman solicitou a liberação temporária de Smirnov durante o processo de apelação, citando problemas de saúde e alegações de falta de atendimento médico adequado na prisão.
Smirnov, que imigrou da União Soviética para Israel e depois se tornou cidadão americano, foi considerado um informante valioso pelo FBI. No entanto, os promotores alegam que ele criou a narrativa de suborno para prejudicar a campanha de Biden em 2020. Embora o Departamento de Justiça tenha investigado suas alegações em 2020, não houve resultados concretos.
Recentemente, durante a investigação sobre Hunter Biden, a equipe do procurador especial David Weiss reentrevistou Smirnov e concluiu que ele estava mentindo, recomendando sua própria acusação por enganar repetidamente o FBI. As alegações de Smirnov ganharam destaque na mídia de direita, especialmente com a proximidade das eleições de 2024.
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