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MPF investiga emendas pix de Pazuello e Romário no valor de R$ 1,7 milhão no Rio de Janeiro

MPF investiga emendas pix de Pazuello e Romário, totalizando R$ 1,7 milhão, e cobra prestação de contas do governador do Rio.

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O Ministério Público Federal abriu um inquérito civil para investigar repasses de 1,7 milhão de reais feitos pelo deputado federal General Eduardo Pazuello e pelo senador Romário, ambos do PL-RJ, através de “emendas pix”. O MPF informou que Romário destinou 1 milhão de reais e Pazuello, 700 mil reais ao estado do Rio de Janeiro. O órgão pediu ao governador Cláudio Castro que, até 31 de dezembro de 2024, apresentasse uma prestação de contas detalhada sobre o uso desses recursos, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024. Além disso, o MPF requisitou informações sobre as contas bancárias abertas para movimentar esses recursos e sobre como o dinheiro foi ou será utilizado, com o objetivo de esclarecer a aplicação das emendas parlamentares. Essas investigações ocorrem em um momento em que a fiscalização sobre o uso de recursos públicos está mais rigorosa.

O Ministério Público Federal (MPF) iniciou um inquérito civil para investigar repasses de R$ 1,7 milhão realizados pelo deputado federal General Eduardo Pazuello e pelo senador Romário, ambos do PL-RJ, por meio de “emendas pix”. O MPF solicitou informações ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, sobre a destinação desses recursos.

De acordo com o MPF, Romário destinou R$ 1 milhão ao estado, enquanto Pazuello enviou R$ 700 mil. O órgão requisitou que Castro apresentasse, até 31 de dezembro de 2024, a prestação de contas detalhada dos recursos utilizados, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024.

O MPF também pediu informações sobre as contas bancárias específicas abertas para movimentação dos recursos públicos relacionados às emendas, além de dados sobre o valor total recebido e a aplicação dos recursos. O objetivo é esclarecer a utilização das emendas parlamentares individuais impositivas sem finalidade definida.

Essas investigações surgem em um contexto de crescente atenção sobre a transparência e a correta aplicação de recursos públicos, especialmente em um período em que a fiscalização sobre emendas parlamentares tem sido intensificada.

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