A V Assembleia Ciudadana Estatal do Podemos começa nesta sexta-feira, em um momento difícil para o partido, que tem apenas quatro deputados no Congresso. A assembleia vai reeleger a atual líder e definir a estratégia para as próximas eleições gerais, com Irene Montero sendo apresentada como a principal candidata. Montero, que é ex-ministra de Igualdade e atualmente eurodeputada, defende uma esquerda forte e autônoma, criticando o aumento do gasto militar e a relação com o PSOE e Sumar.
Ela destaca a importância de construir uma candidatura pela paz, especialmente diante da escalada bélica que pode levar a conflitos diretos entre potências nucleares. Montero se opõe ao aumento do investimento militar na Europa, que, segundo ela, prejudica o Estado de bem-estar social. Durante a assembleia, ela reconhece os desafios que o Podemos enfrenta, mas afirma que o partido está pronto para se reerguer e lutar por uma esquerda mais forte. Montero também se mostra aberta a colaborações com outros grupos da esquerda que compartilhem a defesa da paz e a luta por direitos.
A V Assembleia Ciudadana Estatal do Podemos terá início nesta sexta-feira, em um contexto desafiador para o partido, que conta com apenas quatro deputados no Congresso. A assembleia, que reelegerá a atual secretaria geral, também definirá a estratégia do Podemos para as próximas eleições gerais, com Irene Montero sendo promovida como a principal candidata. A ex-ministra de Igualdade, agora eurodeputada, defende uma esquerda forte e autônoma, criticando o rearmamento militar e a relação com o PSOE e Sumar.
Montero enfatiza que a construção de uma candidatura de paz é essencial, especialmente em um momento em que a escalada bélica pode levar a um confronto direto entre potências nucleares. Ela argumenta que a defesa da paz está intrinsecamente ligada à proteção dos serviços públicos e ao cuidado ambiental. A eurodeputada também se posiciona contra o aumento do gasto militar na Europa, que, segundo ela, compromete o Estado de bem-estar social.
Durante a assembleia, Montero reconhece que o Podemos enfrenta um ciclo de desafios, mas afirma que o partido está preparado para se reerguer e lutar por uma esquerda mais forte. Ela critica a ideia de que a unidade da esquerda deve ser buscada apenas por meio de alianças, ressaltando que a transformação política requer ações concretas e não apenas discussões sobre unidade.
Por fim, Montero se mostra aberta a colaborações com outros setores da esquerda que compartilhem a defesa da paz e a luta por direitos. Ela destaca a importância de enfrentar as dificuldades atuais e construir um futuro mais justo, sem deixar de lado a crítica à estratégia de rearmamento e à influência de interesses externos na política europeia.
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