Um ambulante senegalês chamado Ngange Mbaye, de 34 anos, foi morto pela Polícia Militar de São Paulo durante uma operação contra o comércio ilegal no Brás, no dia 11 de abril. Ele levou um tiro no abdome após reagir com uma barra de ferro quando os policiais tentaram recolher suas mercadorias. Mbaye estava ajudando um colega e, ao ser cercado, reagiu e foi atingido. Ele foi socorrido pelo Samu, mas não sobreviveu. A Polícia Militar abriu um inquérito e afastou o policial envolvido. A operação, parte da chamada Operação Delegada, tinha como objetivo dispersar ambulantes na área. A prefeitura explicou que a operação é um acordo entre os governos estadual e municipal, e os policiais não se reportam à administração municipal. Após a morte de Mbaye, comerciantes protestaram, fecharam lojas e bloquearam a Avenida Rangel Pestana, levando a PM a usar gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.
Um ambulante senegalês, Ngange Mbaye, de 34 anos, foi morto pela Polícia Militar de São Paulo durante uma operação contra o comércio clandestino no Brás, na tarde de 11 de abril. Ele foi atingido por um tiro no abdome após reagir com uma barra de ferro durante a abordagem policial.
Mbaye estava ajudando um colega quando os policiais tentaram recolher mercadorias. Ao ser cercado, ele reagiu e foi alvejado. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o socorreu, mas ele não resistiu aos ferimentos e faleceu na Santa Casa de Misericórdia. A PM instaurou um inquérito policial militar e afastou o agente envolvido.
A operação da PM, parte da chamada Operação Delegada, visava dispersar o comércio ambulante na região. A prefeitura informou que a operação é um convênio entre os governos estadual e municipal, e os policiais não se reportam à administração municipal. A barra utilizada por Mbaye foi apreendida, assim como a arma do policial.
Após a morte de Mbaye, comerciantes locais protestaram, fechando lojas e bloqueando a Avenida Rangel Pestana. A PM utilizou gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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