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Polícia Federal apreende quase R$ 1 milhão e investiga prefeito de Sorocaba por desvios na saúde

Polícia Federal apreende quase R$ 1 milhão e bens de luxo em operação contra desvios na saúde em Sorocaba, envolvendo o prefeito Rodrigo Manga.

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A Polícia Federal apreendeu quase R$ 1 milhão em dinheiro e bens de luxo na operação “Copia e Cola”, realizada em 11 de abril de 2025, para investigar um esquema de desvio de recursos públicos na saúde de Sorocaba, que envolve a Organização Social Aceni e ex-secretários do prefeito Rodrigo Manga. Foram cumpridos 28 mandados de busca em várias cidades de São Paulo e na Bahia. A Aceni, que gerencia unidades de saúde, é suspeita de superfaturar contratos com a ajuda de lobistas. A Justiça já bloqueou R$ 20 milhões da organização e a impediu de fazer novos contratos com o governo. Ex-secretários, como Vinicius Rodrigues e Fausto Bossolo, também estão sendo investigados. O prefeito reagiu à operação em um vídeo, dizendo que a PF encontrou apenas itens pessoais em sua casa e classificou a ação como uma perseguição política. Ele afirmou que os contratos com a Aceni estão sendo fiscalizados e que não há provas de irregularidades. A gestão de Manga enfrenta outros problemas, como um déficit de R$ 94 milhões em 2024 e alertas do Tribunal de Contas sobre a gestão fiscal. Além disso, ele é investigado por irregularidades em licitações, incluindo a compra de kits de robótica no valor de R$ 26 milhões.

A Polícia Federal (PF) apreendeu quase R$ 1 milhão em dinheiro, além de bens de luxo, durante a operação “Copia e Cola”, realizada em 11 de abril de 2025. A ação investiga um esquema de desvio de recursos públicos na saúde de Sorocaba, envolvendo a Organização Social Aceni e ex-secretários da gestão do prefeito Rodrigo Manga (Republicanos). Foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão em diversas cidades de São Paulo e na Bahia.

A Aceni, responsável pela gestão de unidades de saúde no município, é suspeita de operar contratos superfaturados com a ajuda de lobistas. A Justiça já bloqueou R$ 20 milhões da entidade e a proibiu de firmar novos contratos com o poder público. Ex-secretários da gestão de Manga, como Vinicius Rodrigues e Fausto Bossolo, também estão sendo investigados por seu envolvimento no esquema.

Rodrigo Manga reagiu à operação em vídeo, ironizando a ação e afirmando que a PF encontrou apenas itens pessoais em sua casa. Ele negou ser proprietário dos bens apreendidos e classificou a operação como uma “perseguição política”. O prefeito afirmou que os contratos com a Aceni estão sob fiscalização e que não há comprovação de irregularidades até o momento.

A gestão de Manga enfrenta outros problemas, incluindo um déficit de R$ 94 milhões em 2024 e alertas do Tribunal de Contas sobre a gestão fiscal. A Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo investiga ainda irregularidades em licitações, como a compra de kits de robótica, que totalizou R$ 26 milhões. O cenário financeiro da prefeitura levanta preocupações sobre a sustentabilidade da administração municipal.

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