O Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação de Dan Caine como novo comandante do Estado-Maior das Forças Armadas, com 60 votos a favor e 25 contra. Essa mudança ocorreu após a demissão do general Charles CQ Brown, que foi dispensado pelo presidente Donald Trump. Desde janeiro, Trump tem promovido uma reorganização na cúpula militar, resultando na saída de vários oficiais de alto escalão. Os democratas criticaram essas demissões, alegando que Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, estão tentando colocar pessoas leais ao presidente em posições de comando. Durante uma audiência no Congresso, Caine afirmou que manterá a imparcialidade militar e que é importante evitar a politização das Forças Armadas. Ele também negou ter usado um boné com o slogan “Make America Great Again” em uma reunião com Trump. A demissão de Brown, que havia sido nomeado pelo ex-presidente Joe Biden, foi feita sem explicações, e outros altos oficiais também foram destituídos neste ano.
O Senado dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira (11), a nomeação de Dan Caine como novo comandante do Estado-Maior das Forças Armadas. A votação ocorreu durante a madrugada, com 60 votos a favor e 25 contrários. A mudança acontece após a demissão abrupta do comandante anterior, o general Charles CQ Brown, promovida pelo presidente Donald Trump.
A administração Trump tem promovido uma reorganização na cúpula militar desde janeiro, resultando na destituição de vários oficiais de alto escalão. Os democratas criticaram essas demissões, acusando Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, de tentarem assegurar que as Forças Armadas sejam dirigidas por pessoas leais ao presidente.
Durante uma audiência no Congresso, Caine se comprometeu a manter a imparcialidade militar, afirmando que evitar a politização das Forças Armadas começa com um bom exemplo da liderança. Ele destacou que o país e a Constituição exigem Forças Armadas imparciais e negou ter usado um boné com o slogan “Make America Great Again” durante uma reunião com Trump.
A demissão de Brown, que havia sido nomeado pelo ex-presidente Joe Biden em 2023, foi feita sem explicações. Além de Brown, outros altos oficiais, como a comandante do Estado-Maior da Marinha, almirante Lisa Franchetti, e o vice-comandante do Estado-Maior da Força Aérea, também foram destituídos neste ano.
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