O governo dos Estados Unidos, durante a administração Trump, reconheceu que deportou Kilmar Armando Abrego Garcia, um homem que tinha proteção legal, para El Salvador por engano. Em uma audiência, a juíza Paula Xinis ficou frustrada com a falta de informações do Departamento de Justiça sobre onde Abrego Garcia está e exigiu que o governo fornecesse atualizações diárias sobre os esforços para trazê-lo de volta. O advogado do Departamento de Justiça, Drew Ensign, não conseguiu informar a localização atual de Abrego Garcia, o que levou a juíza a questionar sua ausência de dados. Abrego Garcia, que fugiu da violência de gangues em El Salvador, foi deportado devido a um erro administrativo, mesmo tendo recebido status de proteção em 2019. A administração Trump afirmou que não pode trazê-lo de volta porque ele está sob custódia em El Salvador. A juíza havia estabelecido um prazo para sua repatriação, mas essa decisão foi suspensa pelo Supremo Tribunal, que pediu mais esclarecimentos. Xinis também ordenou que o governo apresentasse uma declaração juramentada de alguém que conheça o caso. Ela deixou claro que, mesmo que não houvesse novas informações, o governo deveria informar isso diariamente. Os advogados de Abrego Garcia podem comunicar à juíza sobre quaisquer problemas contínuos e pedir ajuda caso o governo não cumpra suas ordens.
O governo dos Estados Unidos, sob a administração Trump, admitiu ter deportado erroneamente Kilmar Armando Abrego Garcia, um homem com status de proteção, para El Salvador. Durante uma audiência, a juíza Paula Xinis expressou frustração com a falta de informações do Departamento de Justiça sobre o paradeiro de Abrego Garcia e ordenou atualizações diárias sobre os esforços para sua repatriação.
Na audiência, o advogado do Departamento de Justiça, Drew Ensign, não conseguiu fornecer detalhes sobre a localização atual de Abrego Garcia, levando a juíza a questionar: “Onde ele está?”. A juíza destacou que a ausência de informações era “extremamente preocupante” e exigiu que o governo apresentasse um relatório diário sobre as ações tomadas para facilitar o retorno do homem.
Abrego Garcia, que fugiu da violência de gangues em El Salvador, foi deportado devido a um erro administrativo, apesar de ter recebido status de proteção em 2019. A administração Trump alega que não pode trazê-lo de volta porque ele está sob custódia salvadorenha. A juíza Xinis havia estabelecido um prazo para sua repatriação, mas a decisão foi suspensa pelo Supremo Tribunal, que pediu mais esclarecimentos.
Xinis também ordenou que o governo apresentasse uma declaração juramentada de alguém com conhecimento pessoal sobre o caso. Ela enfatizou que, mesmo que não houvesse novas informações, o governo deveria comunicar isso diariamente. Os advogados de Abrego Garcia foram autorizados a informar a juíza sobre quaisquer danos contínuos e possíveis pedidos de alívio caso o governo não cumpra suas ordens.
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