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Supremo Tribunal Federal retoma julgamento de cabeleireira por ato de vandalismo em Brasília

Ministro Luiz Fux retoma julgamento de Débora Rodrigues, com possibilidade de revisão da pena de 14 anos proposta por Alexandre de Moraes.

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O ministro Luiz Fux liberou o julgamento do caso de Débora Rodrigues dos Santos, que vandalizou uma estátua em frente ao STF em 8 de janeiro de 2023. O julgamento será retomado virtualmente em 25 de abril e pode ser finalizado até 6 de maio. Alexandre de Moraes já votou pela condenação de Débora a 14 anos de prisão e uma multa de R$ 50 mil. O julgamento foi suspenso após Fux pedir mais tempo para analisar o caso e afirmou que irá revisar a pena. Essa possibilidade de revisão animou os bolsonaristas, que estão tentando acelerar um projeto de anistia para os envolvidos nos atos de vandalismo. O líder do PL na Câmara disse que já tem as 257 assinaturas necessárias para a proposta. Débora enfrenta acusações como associação criminosa armada e dano qualificado. Recentemente, Moraes concedeu prisão domiciliar a ela, após mais de dois anos em prisão preventiva. O caso ainda aguarda a manifestação da ministra Cármen Lúcia e do presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, liberou o julgamento do caso de Débora Rodrigues dos Santos, que vandalizou uma estátua em frente ao STF em 8 de janeiro de 2023. O julgamento será retomado virtualmente em 25 de abril e pode ser concluído até 6 de maio.

Alexandre de Moraes já votou pela condenação de Débora a 14 anos de prisão e multa de R$ 50 mil. O julgamento foi suspenso após um pedido de vista de Fux, que afirmou que revisará a dosimetria da pena, ressaltando que a fixação da pena é responsabilidade do magistrado.

A possibilidade de revisão das penas animou os bolsonaristas, que buscam urgência em um projeto de anistia para os envolvidos nos atos de vandalismo. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que já possui as 257 assinaturas necessárias para a tramitação da proposta.

Débora responde por crimes como associação criminosa armada e dano qualificado. Recentemente, Moraes concedeu prisão domiciliar a ela, após mais de dois anos em prisão preventiva. A análise do caso ainda aguarda manifestação da ministra Cármen Lúcia e do presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin.

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