Washington Quaquá, prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, anunciou sua candidatura à presidência do partido em meio a uma disputa interna. Ele criticou Edinho Silva, que também está na corrida, afirmando que Edinho “nunca sujou os sapatos numa comunidade” e não tem capacidade para unificar a sigla. Quaquá defende um PT mais próximo das comunidades e elogiou a ex-presidente Gleisi Hoffmann por seu papel na revitalização do partido.
A disputa se intensifica com Rui Falcão também se candidatando. Falcão busca apoio de deputados federais para a eleição interna do PT, marcada para julho. Enquanto Edinho tenta ampliar suas alianças, a disputa pelo controle financeiro do partido também é um fator importante. Desde a saída de Gleisi, o PT é comandado interinamente pelo senador Humberto Costa, e Lula tem tentado mediar um acordo para evitar conflitos internos, mas sem sucesso até agora.
O prefeito de Maricá e atual vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Washington Quaquá, anunciou sua candidatura à presidência da sigla nesta quinta-feira, 10 de abril. A decisão ocorre em meio a uma disputa interna acirrada, com Edinho Silva também buscando o cargo. Quaquá elogiou a ex-presidente do partido, Gleisi Hoffmann, destacando seu papel na revitalização da legenda e na vitória de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.
Em sua declaração, Quaquá criticou Edinho Silva, afirmando que ele “nunca sujou os sapatos numa comunidade” e questionou sua capacidade de unificar o partido. O prefeito propõe um PT mais próximo das comunidades, enfatizando a necessidade de um partido popular. A candidatura de Quaquá intensifica a disputa, que já conta com Rui Falcão na corrida, também em oposição a Edinho.
Rui Falcão busca apoio de deputados federais para a eleição interna do PT, marcada para julho. A resistência enfrentada por Edinho dentro da ala que integra, a Construindo um Novo Brasil (CNB), pode levar a uma disputa em segundo turno. Enquanto isso, Edinho tem ampliado suas alianças, contando com o apoio do ex-ministro Paulo Pimenta, o que pode garantir sua vitória em primeiro turno.
A disputa pela liderança do PT também envolve o controle financeiro da sigla. Recentemente, o partido aprovou mudanças no estatuto que permitem a reeleição de dirigentes que já tenham exercido três mandatos consecutivos. Desde a saída de Gleisi Hoffmann, o partido é interinamente comandado pelo senador Humberto Costa, e Lula tem tentado mediar um acordo para evitar desgastes internos, mas até agora sem sucesso.
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