Washington Quaquá, prefeito de Maricá (RJ) e atual vice-presidente do PT, anunciou sua candidatura à presidência do diretório nacional do partido. Ele fez o anúncio em suas redes sociais na noite de quinta-feira, 10 de abril. Quaquá se junta a outros candidatos, como Edinho Silva e Rui Falcão.
Em sua declaração, ele afirmou que quer revitalizar o PT e aproximá-lo das comunidades mais pobres. Quaquá elogiou o trabalho da ministra Gleisi Hoffmann e criticou Edinho Silva, que é apoiado por Lula, destacando que ele não tem conexão com as necessidades do povo. Quaquá quer um PT mais popular e se propõe a unir a corrente Construindo Um Novo Brasil (CNB) para fortalecer o partido como a maior força de esquerda na América do Sul.
O prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, anunciou sua candidatura à presidência do diretório nacional do Partido dos Trabalhadores (PT). A declaração foi feita em suas redes sociais na noite de quinta-feira, 10 de abril. Quaquá, que atualmente ocupa a vice-presidência do partido, se junta à disputa que já conta com o ex-prefeito de Araraquara (SP), Edinho Silva, e o deputado federal Rui Falcão.
Em seu comunicado, Quaquá destacou que sua candidatura visa “fazer o debate político e garantir a revitalização” do PT, enfatizando a importância de o partido estar próximo das comunidades mais humildes. Ele elogiou o trabalho da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, ressaltando sua lealdade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu papel na sua reeleição.
Quaquá, considerado um forte concorrente, criticou Edinho Silva, que é apoiado por Lula, apontando sua desconexão com as necessidades das populações mais pobres. “Quero um PT popular, dentro das favelas de todo o País. Edinho nunca sujou os sapatos numa comunidade. Não sabe o que é povo”, afirmou, questionando a capacidade do rival de unificar o partido.
O prefeito de Maricá expressou sua intenção de unir a corrente Construindo Um Novo Brasil (CNB) e fortalecer o PT como o maior partido de esquerda do Hemisfério Sul. A disputa pela presidência do PT promete ser acirrada, com diferentes visões sobre o futuro e a atuação do partido nas próximas eleições.
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