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Advogada foragida após romper tornozeleira eletrônica é alvo de nova prisão no STF

Edith Christina Medeiros Freire, advogada presa por atos golpistas, está foragida após romper tornozeleira eletrônica. Mandados de prisão abertos.

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A advogada Edith Christina Medeiros Freire, que estava envolvida nos atos golpistas de 8 de janeiro, está foragida desde 30 de agosto de 2023, após romper sua tornozeleira eletrônica. A Vara de Execuções Penais de João Pessoa informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre sua situação, e um mandado de prisão foi emitido em agosto do ano passado. Além dela, outros três réus da capital da Paraíba também são considerados foragidos, com mandados de prisão em aberto. O STF, sob a responsabilidade do ministro Alexandre de Moraes, recebeu um relatório sobre esses réus em 10 de abril. Marinaldo Adriano Silva Lima, um blogueiro e também réu no STF, está foragido e teve sua tornozeleira desligada em junho de 2024. A Vara de João Pessoa tentou contatá-lo cinco vezes, mas não obteve sucesso. Sua defesa alegou que ele vive em situação precária, mas Moraes decidiu que ele deveria manter a tornozeleira. Ambos os réus estavam em liberdade provisória até romperem as medidas cautelares. Freire foi alvo da 20ª fase da Operação Lesa Pátria em novembro de 2023 e não compareceu à Justiça desde 15 de julho de 2024. Lima descumpriu ordens ao usar redes sociais, o que levou à determinação de sua nova prisão.

A advogada Edith Christina Medeiros Freire, envolvida nos atos golpistas de 8 de janeiro, está foragida desde 30 de agosto de 2023 após romper sua tornozeleira eletrônica. A Vara de Execuções Penais de João Pessoa (PB) comunicou a situação ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde um mandado de prisão foi expedido em agosto do ano passado.

Além de Freire, outros três réus da capital paraibana também são considerados foragidos, com três mandados de prisão em aberto. O STF, por meio do ministro Alexandre de Moraes, é responsável pelos processos relacionados aos eventos de 8 de janeiro. O relatório sobre os réus foi enviado à Justiça estadual em 10 de abril.

Marinaldo Adriano Silva Lima, blogueiro e réu no STF, também está foragido. Sua tornozeleira eletrônica foi desligada em junho de 2024. A Vara de João Pessoa tentou contatar Lima cinco vezes sem sucesso. Sua defesa alegou que ele vive em situação precária, mas Moraes decidiu que ele deveria manter a tornozeleira.

Ambos os réus estavam em liberdade provisória até romperem as medidas cautelares. Freire foi alvo da 20ª fase da Operação Lesa Pátria em novembro de 2023 e não compareceu à Justiça desde 15 de julho de 2024. A situação de Lima também é preocupante, pois ele descumpriu ordens ao utilizar redes sociais, o que levou à determinação de sua nova prisão.

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