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Centrão aguarda mudanças na Esplanada para fortalecer base governista e alianças em 2026

Centrão e aliados aguardam mudanças na Esplanada para fortalecer base governista, mas insatisfações persistem com a gestão de Lula.

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Desde o final de 2024, os líderes do Centrão estão esperando mudanças na Esplanada dos Ministérios para fortalecer a base aliada do governo Lula e garantir apoio para a reeleição em 2026. Até agora, as alterações foram limitadas, como a troca da ministra da Saúde, Nísia Trindade, por Alexandre Padilha, que permitiu que Gleisi Hoffmann assumisse a articulação política. No entanto, partidos aliados, como o PDT, estão insatisfeitos por não serem valorizados. O PDT, que tem 17 deputados, critica a falta de espaço político, afirmando que sua contribuição é equivalente à de partidos maiores que ocupam mais ministérios. Um dirigente do PDT disse que a legenda não se sente bem tratada no governo e já comunicou essa insatisfação a Padilha e Gleisi. A expectativa é que Lula só faça gestos para dar mais espaço ao PDT se Ciro Gomes, líder do partido, considerar uma nova candidatura à presidência em 2026. Interlocutores de Ciro indicam que, embora ele não tenha planos de concorrer, poderia mudar de ideia se solicitado.

Desde o final de 2024, dirigentes do Centrão aguardam um rearranjo na Esplanada dos Ministérios. O governo Lula planeja essas mudanças para fortalecer a base aliada e garantir apoio para a reeleição em 2026. Até agora, as alterações foram limitadas, como a troca da ministra da Saúde.

Recentemente, Lula substituiu Nísia Trindade por Alexandre Padilha na Saúde, permitindo que Gleisi Hoffmann assuma a articulação política. No entanto, partidos aliados, como o PDT, expressam insatisfação por não serem devidamente valorizados. O PDT, com 17 deputados, critica a falta de espaço político, considerando que sua contribuição é proporcional à de partidos com mais ministérios.

Um dirigente do PDT afirmou que a legenda “não se sente bem tratada dentro do governo” e que já comunicou essa insatisfação a Padilha e Gleisi. A avaliação é que, apesar de seu tamanho, o partido entrega votos equivalentes a legendas maiores que ocupam mais cargos ministeriais.

A possibilidade de o PDT ganhar mais espaço no governo é vista com ceticismo. A expectativa é que Lula só faça gestos nesse sentido se Ciro Gomes, ex-governador e líder do partido, considerar uma nova candidatura à presidência em 2026. Interlocutores de Ciro indicam que, embora a tendência atual seja não concorrer, ele poderia rever sua posição se solicitado.

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