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Colômbia chora a morte de Sara Millerey, vítima de violência transfóbica brutal

Sara Millerey, mulher trans de 32 anos, foi assassinada em Bello, Colômbia, após um ataque brutal. Vídeo do crime viralizou, gerando protestos contra a transfobia. A mãe, Sandra Borja, relembra momentos de amor e beleza da filha, enquanto o país enfrenta um aumento alarmante na violência contra a população trans, com treze assassinatos registrados em 2023.

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Sara Millerey, uma mulher trans de 32 anos, foi assassinada em Bello, Colômbia, após ser agredida. Um vídeo de seu afogamento se espalhou pela internet, provocando protestos contra a transfobia e uma investigação das autoridades. O presidente Gustavo Petro pediu uma resposta rápida ao caso, que é o terceiro assassinato de pessoas trans na cidade este ano, totalizando treze mortes. A mãe de Sara, Sandra Borja, relembra momentos felizes com a filha, enquanto lamenta a brutalidade do crime. Ela descreve a cena do afogamento, onde uma multidão filmava em vez de ajudar. Após ser resgatada, Sara foi levada a uma clínica, mas recebeu atendimento inadequado e foi considerada de menor urgência, o que gerou revolta entre familiares. Sara faleceu no dia seguinte devido a complicações das agressões. O assassinato gerou indignação na comunidade LGBTQIA+, levantando preocupações sobre a segurança da população trans na Colômbia. Ginna, amiga de Sara, expressou medo com a crescente violência e a impunidade que cerca esses crimes.

Sara Millerey, uma mulher trans de 32 anos, foi brutalmente assassinada em Bello, Colômbia, após ser agredida. Um vídeo chocante de seu afogamento viralizou, gerando protestos contra a transfobia e uma investigação urgente das autoridades. O presidente Gustavo Petro pediu ação imediata.

O caso de Sara é o terceiro assassinato de pessoas trans em Bello neste ano, que já contabiliza treze mortes. A mãe de Sara, Sandra Borja, recorda momentos de amor e beleza da filha, enquanto lamenta a brutalidade do crime. Ela descreve a cena do afogamento, onde uma multidão filmava em vez de ajudar.

Após ser resgatada, Sara foi levada a uma clínica, mas recebeu atendimento inadequado. A equipe médica a classificou como de menor urgência, o que gerou revolta entre familiares e amigos. Sara faleceu no dia seguinte, após complicações decorrentes das agressões.

O assassinato de Sara gerou indignação na comunidade LGBTQIA+ e levantou questões sobre a segurança da população trans na Colômbia. Ginna, amiga de Sara, expressou medo e preocupação com a crescente violência, ressaltando que a impunidade é uma constante para crimes desse tipo.

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