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Crise energética no Equador provoca apagões de até 14 horas e afeta economia nacional

Apagões no Equador atingem até 14 horas diárias, enquanto candidatos à presidência prometem soluções em energias renováveis sem planos imediatos.

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Desde outubro de 2023, o Equador enfrenta apagões frequentes devido a uma seca severa que afetou suas usinas hidrelétricas, que geram 80% da eletricidade do país. Em abril de 2024, os cortes de luz se tornaram ainda mais graves, chegando a 14 horas diárias em algumas áreas. A Câmara de Comércio de Quito estima que esses apagões causaram perdas de até 7,5 bilhões de dólares para a indústria e o comércio. A situação levou a um aumento na demanda por geradores a gasolina, que agora são comuns nas cidades. Especialistas afirmam que a crise energética será um grande desafio para o próximo governo, com os candidatos à presidência, Daniel Noboa e Luisa González, apresentando propostas para energias renováveis, mas sem soluções imediatas. O ex-ministro de Energia, Roberto Luque, atribuiu a crise à seca, considerada a pior em 60 anos, e as usinas hidrelétricas não conseguiram atender à demanda, resultando em um déficit de até 30 gigawatts-hora. Além da seca, a crise é agravada por falhas em usinas, como a Coca Codo Sinclair, que ainda não opera plenamente. O governo de Noboa tem buscado soluções rápidas com combustíveis fósseis, mas isso pode comprometer os compromissos climáticos do país. A expectativa é que a chegada da estação chuvosa em abril traga alívio, mas os desafios no setor elétrico continuam.

Desde outubro de 2023, o Equador enfrenta apagões frequentes devido a uma severa seca que comprometeu suas usinas hidrelétricas, responsáveis por 80% da eletricidade do país. Em abril de 2024, os cortes de luz se tornaram generalizados, atingindo até 14 horas diárias em algumas regiões. A crise energética levou o governo a implementar cortes programados, afetando todos os municípios.

A Câmara de Comércio de Quito estima que os apagões causaram perdas de até US$ 7,5 bilhões para a indústria e o comércio. A situação gerou um aumento na demanda por geradores a gasolina, que se tornaram comuns nas áreas urbanas. Especialistas apontam que a crise será um dos principais desafios para o próximo governo, com os candidatos à presidência, Daniel Noboa e Luisa González, apresentando propostas para energias renováveis, mas sem soluções imediatas.

O ex-ministro interino de Energia, Roberto Luque, atribuiu a crise à seca, considerada a pior em 60 anos. As usinas hidrelétricas, que pararam de operar, não conseguiram atender à demanda, resultando em um déficit de até 30 gigawatts-hora. A falta de investimentos na expansão da geração de eletricidade e as perdas na distribuição também são problemas estruturais que agravam a situação.

Além da seca, a crise energética é exacerbada por falhas em usinas, como a Coca Codo Sinclair, que ainda não opera em plena capacidade. O governo de Noboa tem buscado soluções imediatas com combustíveis fósseis, mas isso pode comprometer os compromissos climáticos do país. A expectativa é que a chegada da estação chuvosa em abril traga alívio, mas os desafios no setor elétrico permanecem.

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