A ministra Gleisi Hoffmann e o chefe da Secom, Sidônio Palmeira, visitaram o deputado Glauber Braga, que está em greve de fome na Câmara em protesto contra seu processo de cassação. Gleisi chamou a situação de Glauber de desproporcional, lembrando que casos semelhantes não resultaram em cassação. O deputado já está há 84 horas em jejum, mas seus sinais vitais estão estáveis e ele está recebendo acompanhamento médico. Glauber permanece no plenário da Câmara, onde a votação sobre sua punição ainda não foi marcada. Ele está se hidratando com água e soluções isotônicas. O deputado enfrenta um processo disciplinar por ter agredido um manifestante do MBL e acredita que a tentativa de cassação é uma retaliação do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, por suas críticas ao Orçamento Secreto. Durante a visita, Gleisi pediu aos parlamentares que reconsiderem a cassação, afirmando que a situação de Glauber é injusta. A decisão final sobre o caso ainda depende da votação no plenário.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o chefe da Secom da Presidência da República, Sidônio Palmeira, visitaram o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) nesta tarde. O parlamentar realiza uma greve de fome em protesto contra seu processo de cassação, que foi recomendado pelo Conselho de Ética da Câmara. Gleisi classificou a situação como “desproporcional” e destacou que casos semelhantes não resultaram em cassação.
Glauber Braga já completou 84 horas em jejum, mantendo sinais vitais estáveis e recebendo acompanhamento médico. Ele permanece no plenário da Câmara, onde a votação final sobre sua punição ainda não foi agendada. A equipe médica informou que o deputado está se hidratando adequadamente, consumindo água e soluções isotônicas.
O deputado enfrenta um processo disciplinar após agredir um manifestante do Movimento Brasil Livre (MBL) em abril de 2024. Glauber atribui a tentativa de cassação a uma articulação do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em retaliação a suas críticas ao Orçamento Secreto. Ao anunciar a greve, ele afirmou que não “perderia para Arthur Lira”.
Gleisi Hoffmann, durante a visita, fez um apelo aos parlamentares para que reconsiderem a posição sobre a cassação. Ela afirmou que a situação de Glauber é “injusta” e que a Câmara já lidou com casos semelhantes sem a mesma severidade. O desfecho do caso ainda depende da votação no plenário, que determinará o futuro do deputado.
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