O deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, está em greve de fome há três dias e seis horas como protesto contra a cassação de seu mandato na Câmara dos Deputados. Ele dorme no plenário onde ocorreu a votação que recomendou sua saída do cargo e afirma que o processo foi manipulado pelo presidente da Casa, Arthur Lira. Durante a greve, ele se alimenta apenas de soro fisiológico, isotônico e água, seguindo orientação médica, e já perdeu dois quilos. A decisão final sobre sua cassação será feita em plenário. O protesto começou após um incidente em que ele expulsou o influenciador Gabriel Costenaro da Câmara, que fez comentários sobre sua mãe, que estava doente e faleceu dias depois. Glauber critica a forma como o processo está sendo conduzido, considerando-o irregular. A greve de fome é uma estratégia usada por políticos e ativistas para chamar atenção a causas e já foi utilizada em momentos importantes da história do Brasil.
O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) está em greve de fome há três dias e seis horas em protesto contra a cassação de seu mandato na Câmara dos Deputados. Ele dorme no plenário 5, onde ocorreu a votação do Conselho de Ética que recomendou sua retirada do cargo. Braga afirma que o processo foi manipulado por Arthur Lira, presidente da Casa.
Durante a greve, o parlamentar tem se alimentado apenas de soro fisiológico, isotônico e água, conforme orientação médica. Ele já perdeu dois quilos e realizou exames de sangue e urina, que indicam que sua saúde está estável. A decisão final sobre sua cassação será tomada em plenário.
Braga iniciou o protesto após um episódio em que expulsou o influenciador Gabriel Costenaro, do Movimento Brasil Livre (MBL), da Câmara. O incidente ocorreu em abril de 2024, quando Costenaro fez insinuações sobre a mãe do deputado, que estava doente e faleceu dias depois. O parlamentar critica a tramitação do processo, que considera irregular.
Historicamente, a greve de fome é uma estratégia utilizada por políticos e ativistas para chamar atenção a causas e exigir mudanças. No Brasil, essa tática já foi empregada em diversas ocasiões, como na luta pela anistia durante a ditadura militar e por parlamentares em momentos de crise política.
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