André Esteves, chairman do BTG Pactual, criticou a política comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Brazil Conference em Cambridge, EUA. Ele a chamou de um horror em várias dimensões e afirmou que o Brasil é menos afetado pela guerra comercial porque é um grande exportador de commodities. Esteves explicou que as tarifas de Trump atingem mais os produtos industrializados, enquanto o Brasil já estava com uma taxa mínima de dez por cento antes da suspensão temporária das tarifas. Ele acredita que a América Latina pode sofrer menos com essa disputa, mas que a Europa pode ser a mais prejudicada. Além disso, Esteves ressaltou a importância do Brasil em manter boas relações comerciais e previu que o país será responsável por 80% do alimento mundial nos próximos 20 anos. Ele também falou sobre o modelo de operação do BTG, onde os sócios são executivos, e mencionou que participou de discussões sobre o futuro do banco Master, que está em destaque após um acordo para a venda de 58% de suas ações para o banco estatal BRB.
André Esteves, chairman do BTG Pactual, criticou a política comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Brazil Conference, realizada em Cambridge, EUA, no sábado (12). Ele a classificou como um “horror geopolítico, econômico e moral” e destacou que o Brasil é menos impactado pela guerra comercial devido à sua condição de exportador de commodities.
Esteves explicou que as tarifas impostas por Trump afetam principalmente produtos industrializados, enquanto o Brasil, sendo um grande exportador de commodities, enfrenta um impacto menor. Ele observou que, mesmo antes da suspensão temporária das tarifas, o Brasil já estava no grupo com a taxa mínima de dez por cento. O banqueiro também mencionou que a América Latina pode ser menos afetada pela disputa comercial.
O chairman do BTG Pactual alertou que a Europa pode ser a região mais prejudicada pela política de Trump, que ele considera “imprevisível”. Ele enfatizou a importância do Brasil em manter boas relações comerciais e sua vocação para o multilateralismo, prevendo que o país deve ser responsável por 80% do alimento mundial nos próximos 20 anos.
Além das críticas à política comercial, Esteves comentou sobre o modelo de operação do BTG, onde os sócios também atuam como executivos. Ele participou recentemente de discussões com o Banco Central e outros bancos sobre o futuro do banco Master, que está em foco após um acordo para a venda de 58% de suas ações para o banco estatal BRB.
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