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Romeu Aldigueri é cotado para o Senado em meio a investigações sobre contratos na educação

Romeu Aldigueri, presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, é investigado pela PF por contratos suspeitos com gráfica ligada a desvio de recursos do Fundeb. Ele é cotado para o Senado em 2026.

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O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Romeu Aldigueri, está sendo considerado para uma vaga no Senado em 2026. Ele é aliado do ministro da Educação e do governador do estado, e tem uma forte influência política em Granja, cidade que sua família controla. No entanto, sua gestão está sendo investigada pela Polícia Federal por contratos suspeitos com a IPDH Gráfica, que recebeu R$ 18,5 milhões para fornecer material didático. Essa gráfica é investigada por supostamente fazer parte de um esquema que desviou R$ 112 milhões do Fundo Nacional de Educação. A PF prendeu quatro pessoas, incluindo ex-secretários de Belford Roxo, onde a gráfica atuava. A prefeitura de Granja, que é administrada pelo irmão de Aldigueri, contratou a gráfica em 2020, durante a gestão de sua esposa, e todos os contratos foram feitos sem licitação, levantando suspeitas de conluio. Aldigueri, que deixou o PDT no final do ano passado e se filiou ao PSB, afirmou que está à disposição do partido para a candidatura ao Senado.

O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Romeu Aldigueri (PSB), é um dos nomes cotados para concorrer ao Senado em 2026. Aldigueri, aliado do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e do governador Elmano de Freitas (PT), consolidou sua influência política em Granja, cidade controlada por sua família.

Sua gestão está sob investigação da Polícia Federal por contratos suspeitos com a IPDH Gráfica, que recebeu R$ 18,5 milhões para fornecer material didático. A empresa é alvo de apuração por supostamente integrar um esquema que desviou R$ 112 milhões do Fundo Nacional de Educação (Fundeb). A PF prendeu quatro pessoas, incluindo ex-secretários de Belford Roxo, onde a gráfica atuava.

A prefeitura de Granja, sob o comando de Anibal Filho, irmão de Aldigueri, contratou a gráfica em 2020, durante a gestão de Juliana Aldigueri, sua esposa. Todos os contratos foram firmados sem licitação, levantando suspeitas de conluio entre servidores públicos e a empresa.

Recentemente, Aldigueri afirmou estar à disposição do PSB para a candidatura ao Senado, destacando a honra de ser lembrado por seus colegas. Ele deixou o PDT no final do ano passado devido a divergências com o grupo de Ciro Gomes e se filiou ao PSB a convite de Cid Gomes.

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