Durante a Brazil Conference em Harvard, bilionários brasileiros criticaram a política comercial de Donald Trump e a proposta de anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. O evento, realizado nos dias 12 e 13 de abril, reuniu empresários e autoridades, destacando a incerteza econômica e política no Brasil. Jorge Paulo Lemann, sócio da Ambev e 3G Capital, expressou preocupação com a situação, afirmando que as coisas estão muito agitadas devido às políticas de Trump. André Esteves, chairman do BTG Pactual, chamou o tarifaço do governo americano de um horror econômico, geopolítico e moral. O decano do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, defendeu a atuação de Alexandre de Moraes nos processos relacionados a tentativas de golpe, afirmando que ele não é suspeito para julgar esses casos. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enfatizou a necessidade de punir os responsáveis pelos atos golpistas, considerando inaceitável a falta de consequências para os envolvidos. A conferência também contou com a presença de líderes políticos e executivos de grandes empresas, refletindo a preocupação da elite brasileira com a atual situação política e econômica.
Durante a Brazil Conference em Harvard, bilionários brasileiros criticaram a política comercial de Donald Trump e a proposta de anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. O evento, que ocorreu nos dias 12 e 13 de abril, reuniu empresários e autoridades, destacando a incerteza econômica e política no Brasil.
O empresário Jorge Paulo Lemann, sócio da Ambev e 3G Capital, expressou preocupação com a situação, afirmando que “as coisas estão um pouco agitadas demais” devido às políticas de Trump. André Esteves, chairman do BTG Pactual, descreveu o tarifaço do governo americano como um “horror econômico, geopolítico e moral”. Ambos os empresários participaram de painéis que discutiram os impactos dessas políticas.
O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, também esteve presente e defendeu a atuação de Alexandre de Moraes nos processos relacionados a tentativas de golpe. Mendes rejeitou alegações de que Moraes seria suspeito para julgar esses casos, destacando que “ele não é suspeito, não está impedido”. O evento também abordou a pressão de parlamentares bolsonaristas para que a Câmara vote um projeto de anistia.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enfatizou a importância de punir os responsáveis pelos atos golpistas, afirmando que “é inaceitável” não haver consequências para os envolvidos. A conferência também contou com a presença de líderes políticos e executivos de grandes empresas, refletindo a preocupação da elite brasileira com a atual situação política e econômica.
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