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Elon Musk reduz metas de economia e enfrenta críticas por inflar resultados do Doge

Elon Musk admite que seu Departamento de Eficiência Governamental (Doge) só conseguirá economizar US$ 150 bilhões, 85% a menos do que o previsto. A equipe enfrenta críticas por inflar suas alegações de economia, incluindo erros e cancelamentos de contratos inexistentes. Apesar das promessas de transparência, aliados questionam a eficácia do grupo, que já desencadeou demissões em massa e cortes em ajuda humanitária. A Casa Branca defende o Doge, mas analistas duvidam da viabilidade das metas.

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Elon Musk anunciou que seu Departamento de Eficiência Governamental, chamado Doge, não conseguirá economizar US$ 1 trilhão no orçamento federal como prometido. Em uma reunião, ele revelou que agora espera economizar apenas US$ 150 bilhões, o que representa uma queda de 85% em relação à meta original. O jornal The New York Times questionou as alegações do Doge, apontando erros e exageros nas economias relatadas, como atribuir economias a um contrato que nunca existiu. Além disso, o grupo enfrentou críticas por demissões em massa e cortes em ajuda humanitária. Romina Boccia, do Instituto Cato, expressou dúvidas sobre a eficácia do Doge, afirmando que a equipe não está avançando. O escritório da Casa Branca defendeu o grupo, mas não comentou as inconsistências nas alegações. O Doge criou um site chamado “Mural de Recibos” para mostrar suas economias, mas o site tem omissões e erros. Embora Musk tenha dito que as economias ocorreriam no ano fiscal de 2026, o site não especifica datas e contém informações questionáveis.

Elon Musk anunciou que seu Departamento de Eficiência Governamental (Doge) não atingirá a meta de economizar US$ 1 trilhão no orçamento federal. Em uma reunião de gabinete, ele revelou que a expectativa agora é de uma economia de apenas US$ 150 bilhões, uma redução de 85% em relação ao previsto.

A análise do jornal The New York Times questionou as alegações do Doge, apontando erros e exageros nas economias reportadas. O grupo de Musk, por exemplo, atribuiu a si mesmo economias de um contrato que não existia, inflacionando seus resultados. Além disso, a equipe enfrentou críticas por demissões em massa e cortes em ajuda humanitária.

Romina Boccia, do Instituto Cato, expressou ceticismo sobre a eficácia do Doge, afirmando que a equipe “está apenas rodando sem sair do lugar”. O escritório de imprensa da Casa Branca defendeu as ações do grupo, mas não abordou as inconsistências nas alegações de economia.

O Doge disponibilizou um “Mural de Recibos” online, mas o site apresenta omissões significativas e erros de dados. Apesar de Musk afirmar que as economias seriam realizadas no ano fiscal de 2026, o site não especifica datas e contém informações questionáveis sobre as economias listadas.

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