Mohsen Mahdawi, um estudante palestino e ex-copresidente da União de Estudantes Palestinos da Universidade Columbia, foi preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) durante uma entrevista para obter cidadania em Vermont. Ele vive nos Estados Unidos há dez anos e agora enfrenta deportação para a Cisjordânia, sem acusações formais. Sua advogada, Luna Droubi, disse que a detenção foi ilegal e motivada apenas por sua identidade palestina. Mahdawi criticou a resposta da Universidade Columbia à guerra em Gaza e afirmou que ser deportado seria como receber uma “sentença de morte”. Ele já pediu um habeas corpus para evitar sua transferência. Mahdawi, que se formou em filosofia, havia solicitado apoio da universidade para sua segurança após a detenção de um colega pelo ICE. A Universidade Columbia perdeu US$ 400 milhões em financiamento federal e aumentou a segurança no campus devido à pressão do governo. Mahdawi, que cresceu em um campo de refugiados na Cisjordânia, questionou sua vontade de se tornar cidadão americano, expressando fé nas pessoas, mas não no governo. Ele é o nono estudante da universidade a enfrentar deportação, refletindo uma tendência de repressão a vozes críticas à política externa dos EUA.
O estudante palestino Mohsen Mahdawi, ex-copresidente da União de Estudantes Palestinos da Universidade Columbia, foi preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) durante uma entrevista para cidadania em Vermont. Mahdawi, que vive nos EUA há dez anos, enfrenta deportação para a Cisjordânia sem acusações formais, em um contexto de repressão a estudantes com opiniões políticas contrárias.
A advogada de Mahdawi, Luna Droubi, afirmou que ele foi detido ilegalmente por sua identidade palestina. O estudante, que criticou a resposta da Universidade Columbia à guerra em Gaza, expressou que sua deportação seria uma “sentença de morte”. Sua equipe jurídica já entrou com um pedido de habeas corpus para evitar sua transferência.
Mahdawi, que concluiu sua graduação em filosofia, havia solicitado apoio da administração da universidade para garantir sua segurança após a detenção de um colega pelo ICE. A Universidade Columbia, sob pressão do governo, perdeu US$ 400 milhões em financiamento federal e implementou medidas como aumento da presença policial no campus.
O estudante, que nasceu em um campo de refugiados na Cisjordânia, questionou por que desejava a cidadania americana, afirmando ter fé nas pessoas, mas não no governo. Ele é o nono estudante da Universidade Columbia a enfrentar processos de deportação, refletindo uma tendência de repressão a vozes críticas à política externa dos EUA.
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